Envie seu vídeo(11) 97569-1373
Sintonize nossa Rádio101.5 FMClique e ouça ao vivo
Quarta 13 de Dezembro de 2017

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 13/12/2017
mrv

Brasil e China acertam US$ 53 bi em 35 acordos

20 MAI 2015 - 08h00

A presidente Dilma Rousseff (PT) classificou a reunião que teve com Li Keqiang, primeiro-ministro da China, como importante para as relações entre os dois países. A fala dela ocorreu na saída do evento onde foram assinados ontem 35 acordos e após a ida do primeiro-ministro para o Palácio do Itamaraty.

Dilma disse ainda que aceitou um convite do presidente chinês Xi Jinping e que programa uma nova visita ao país asiático em 2016.

"O Brasil atribui grande importância à assinatura deste Acordo sobre Investimentos e Capacidade Produtiva, que hoje (ontem) foi assinado entre o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma que reúne iniciativas em curso e abre novas oportunidades nas áreas de energia elétrica, mineração, infraestrutura e manufaturas, totaliza mais de US$ 53 bilhões", disse Dilma, em declaração à imprensa depois da cerimônia de assinatura de atos no Palácio do Planalto.

Transcontinental

A presidente defendeu que essas reuniões trouxeram características novas, com ênfase em infraestrutura. Ela destacou os investimentos na ferrovia transcontinental como uma das mais importantes. "Ela é uma ferrovia estratégica para o Brasil, liga o Atlântico ao Pacífico", disse a presidente.

O projeto pretende ligar áreas brasileiras mais rapidamente ao Peru. "Brasil, Peru e China iniciam juntos estudos de viabilidade para conexão ferroviária transcontinental, que vai cruzar o nosso País sentido leste-oeste", disse.

"A ferrovia vai cortar o continente sul-americano, ligando o Oceano Atlântico e o Pacífico. E convidamos empresas chinesas a participar dessa grande obra", completou, destacando que a ferrovia atravessará os Andes até chegar ao Peru. "É um novo caminho para a Ásia, que vai reduzir a distância e os custos", acrescentou.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias