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Jornal Diário de Suzano - 19/11/2017
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Dilma: Brasil não pode aceitar ser 25º colocado no comércio mundial

25 JUN 2015 - 08h00

A presidente Dilma Rouseff (PT) disse ontem, durante o lançamento do Plano Nacional de Exportações (PNE), que o Brasil não pode aceitar ser apenas o 25º colocado no ranking de comércio mundial. Segundo ela, o Brasil precisa aproveitar o câmbio favorável às exportações para fortalecer o setor. O anúncio do novo plano é umas das medidas do governo para tentar recuperar a economia.

"O plano é parte estratégica da nossa agenda para voltar a crescer. Vamos implementar, em parceria com o setor produtivo, conjunto de medidas para ampliar e dinamizar nossas exportações. Potencial para isso não falta à sétima economia do mundo. Mas a sétima economia no mundo não pode aceitar ocupar o vigésimo quinto lugar no comércio internacional", destacou a presidente.

O novo plano de exportações terá vigência até 2018 e está baseado em cinco estratégias: acesso a mercados; promoção comercial; facilitação de comércio; financiamento de garantias a exportações; e aperfeiçoamento do sistema tributário relacionado ao comércio exterior.

Dilma destacou medidas comerciais e diplomáticas para ampliar mercados e diversificar as vendas brasileiras para o exterior. "A palavra de ordem é aumentar nossa participação no comércio mundial. Com câmbio favorável às exportações, com ação diplomática incisiva, com ação comercial determinada e com as medidas desse plano vamos fazer do comércio exterior elemento central da nossa agenda de competitividade da nossa economia".

Entre as ações, Dilma comentou sobre as viagens e missões comerciais a outros países e as visitas internacionais ao Brasil como oportunidades de acerto de acordos tarifários e gestões junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) para derrubar barreiras ao comércio de produtos brasileiros. "Vamos trabalhar para superar barreiras impostas às nossas exportações de bens e serviços, sejam as tradicionais, sejam aquelas que usam de elementos regulatórios para criar processos de contenção de ampliação das exportações", explicou.

No discurso, a presidente destacou, mais de uma vez, a importância do mercado interno para o Brasil que, segundo ela, sustentou as políticas econômicas de seu primeiro mandato. Segundo Dilma, investir agora na ampliação do comércio internacional não significa negligenciar o mercado doméstico.

"Mercados internos fazem a diferença, funcionam com âncora, mas funcionam também como plataformas de lançamento. Vamos continuar trabalhando para ampliar o mercado interno, vamos continuar atuando para consolidá-lo, mas queremos que ele se transforme em uma plataforma de lançamento das empresas, produtos e empresários para o mundo. Não há contradição entre a ampliação do mercado interno e a nossa conquista de mercados internacionais, pelo contrário, há uma complementariedade", argumentou.

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