A administração também informa que já notificou o ITDM (empresa responsável pela gestão da maternidade, das unidades municipais de pronto atendimento e por todos os serviços nelas prestados) a fornecer esclarecimentos em relação aos fatos veiculados pela mídia nesta quinta-feira (11/06), envolvendo os medicamentos.
A Prefeitura esclarece e ressalta que os serviços prestados nas unidades municipais de saúde são realizados pela empresa supracitada, que atua sob contrato estabelecido mediante chamada pública, cujos trâmites e procedimentos foram seguidos à risca, conforme prevê a legislação.
A Prefeitura lamenta mais esse ocorrido, se coloca à disposição da justiça para elucidar o que for necessário e ressalta, uma vez mais, que a ITDM tem a obrigação legal de se pronunciar e explicar o ocorrido.
Já a ITDM, organização social gestora da unidade citada, esclareceu que os medicamentos descartados de forma irregular na quinta-feira (11/06) não pertenciam ao Hospital Municipal Dalila Ferreira Barbosa.
Destacou, que, estes psicotrópicos são utilizados na sedação de pacientes entubados. Estes passaram a ser adquiridos pela unidade a partir da assistência a pacientes com Covid-19, na UTI implantada em maio.
"Portanto, o estoque do referido medicamento foi adquirido e zerado ainda em maio. Devido à indisponibilidade de fornecimento por parte da fabricante, o hospital repôs o estoque com outro medicamento de igual efeito, segundo protocolo clínico da diretoria médica.
Vale ressaltar ainda que o descarte e incineração de remédios vencidos é feita por empresa específica (que não é a envolvida no boletim de ocorrência) que faz a coleta de materiais hospitalares de forma exclusiva e separada do lixo comum. O procedimento segue protocolos previstos em lei e são fiscalizados pela Vigilância Sanitária.
A ITDM está à disposição para demais esclarecimentos", informou nota da empresa.
Matéria atualizada às 16h56