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Estudante de Mogi é premiado pela Academia de Ciências de Nova Iorque

Campeonato, promovido pela Academia de Ciências e a United Technologies Corporation, contou com a participação de 126 equipes de estudantes do mundo

Por da Região31 JUL 2019 - 13h45
Mogiano ganhou prêmio da Academia de Ciências de Nova IorqueFoto: Divulgação

O jovem mogiano Tomáz Maia Suller foi o único brasileiro premiado no campeonato United Technologies Aerospace Challenge. A premiação aconteceu, na última segunda-feira, 26, na Academia de Ciências de Nova Iorque, no World Trade Center. O brasileiro é aluno do Ensino Médio do Colégio Objetivo da cidade. 

O mogiano compôs equipe com outros cinco estudantes estrangeiros - três dos Estados Unidos, um da Moldávia e um do Paquistão, formando o grupo Hephaestus. A prova, na qual o premiou, propôs aos participantes o desenvolvimento de soluções inovadoras e viáveis para modernizar a aviação comercial e o setor aéreo mundial.

Para isso, os estudantes tiveram que elaborar projetos que integrassem tecnologia de ponta à indústria aeroespacial para aprimorar o desempenho, aumentar a eficiência e melhorar a experiência do passageiro durante um voo.

Seguindo esta linha, a equipe do mogiano desenvolveu um projeto que integrou tecnologia de última geração à indústria aeroespacial, tornando-a mais eficiente, verde e competitiva. Eles desenvolveram cinco propostas:

1.   Adoção de materiais compostos;

2.   Utilização do que denominaram asas voadoras, contemplando design em que o corpo do avião também gera empuxo, tornando-o mais econômico;

3.   Um sistema de automação tanto para determinar a rota do avião quanto para deixar o check-in mais rápido, por meio de biometria e reconhecimento facial;

4.   Acentos de espuma adaptável, que se moldam ao corpo do passageiro e são mais confortáveis;

5.   Sistema de entretenimento que permite aos usuários utilizarem seus próprios aparelhos eletrônicos no avião por meio de uma rede sem fio.

De um total de 126 equipes inscritas no campeonato, o projeto do sexteto ficou entre os oito melhores, o que rende aos vencedores prêmios e a aceitação automática na Academia de Ciências de Nova York (Júnior). “Além do desafio da elaboração do projeto, também enfrentamos a distância e as diferenças de horários. Mas realizávamos reuniões semanais por aplicativos de mensagens e vídeos para compartilhar ideias, melhorias e definir o que cada um faria. Contudo, foi extremamente animador saber que estávamos entre os melhores grupos da competição”, conta Suller.

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