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Jornal Diário de Suzano - 26/05/2024
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Meio Ambiente

Focos de queimadas caem 60,3% na região com 25 registros neste ano

Do dia 1º de janeiro até a última terça-feira (22), na região, foram quatro cidades com queimadas

04 dezembro 2022 - 13h00Por Ingrid Leone - Da Reportagem Local
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou queda nos focos de queimadas de 2021 para 2022, cerca de 60,3%. 
 
Em 2021, de janeiro a novembro, foram 63 focos em Mogi das Cruzes (30), Biritiba Mirim (14), Santa Isabel (13), Poá (2), Arujá (2) e Guararema (2). 
 
No mesmo período de 2022, na região, foram quatro cidades com 25 queimadas em Mogi (10), Santa Isabel (9), Biritiba Mirim (4) e Salesópolis (2). 
 
No Estado de São Paulo houve 1.563 focos. Desse total, as cidades tiveram 0,6%; 0,6%; 0,3% e 0,1% das queimadas totalizadas no Estado, neste ano.
 
De acordo com os sistemas de monitoramento, os municípios de Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Poá, Guararema e Arujá não registraram queimadas neste período. O Inpe estuda as regiões com satélites de referências e realiza o monitoramento de queimadas e incêndios florestais.
 
Um foco indica a existência de fogo em um elemento de resolução da imagem captada pelo satélite, que varia de 375 m x 375 m até 5 km x 4 km, dependendo da ferramenta. Neste pixel pode haver uma ou várias frentes de fogo ativo distintas que a indicação será de um único foco ou ponto.
 
Se a ocorrência na vegetação for muito extensa, ele pode ser detectado em alguns píxeis vizinhos, ou seja, vários focos estarão associados a um único grande evento.
 
No cenário nacional, o País ocupa o 5º lugar entre os países poluidores, e também devastando anualmente em média cerca de 15 mil km2/ano de florestas naturais. Entre as principais causas estão limpeza de pastos, preparo de plantios, desmatamentos, colheita manual de cana-de-açúcar, vandalismo, balões de São João, disputas fundiárias, protestos sociais, entre outros.
 
Segundo Inpe, no contexto local, as queimadas destroem a fauna e flora, empobrecem o solo, reduzem a penetração de água no subsolo, e em muitos casos causam mortes, acidentes e perda de propriedades. No âmbito regional, causam poluição atmosférica com prejuízos à saúde de milhões de pessoas e à aviação e transportes. Sempre alterando ou destruindo os ecossistemas.
 
O Instituto, por meio do seu Programa Queimadas, procura gerar o maior número possível de dados relacionados ao uso do fogo na vegetação para que o governo e a sociedade se beneficiem das informações geradas.

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