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Jornal Diário de Suzano - 25/02/2024
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Caged

Puxada por Suzano, região gera 1,9 mil postos de trabalho em março

Cidade foi a que mais criou empregos em março, com 612 novas vagas, segundo dados do Caged

27 abril 2023 - 18h14Por Da Região

O Alto Tietê gerou 1.9 mil novos postos de trabalho no mês de março deste ano. A região teve 16,3 mil contratações e 14,4 mil demissões no mês passado. Suzano puxa a fila como a cidade que mais teve contratações, com um saldo de 612 novas carteiras assinadas.

Os dados – que são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – mostram ainda que, apesar de ter registrado aumento em postos de trabalho em comparação com fevereiro, a região ficou abaixo se o comparativo for feito com o mesmo mês do ano passado. Em março de 2022, foram gerados 2,4 mil empregos em relação a fevereiro do mesmo ano, sendo 15,5 mil contratações e quase 13,1 mil demissões.

Além de Suzano, outras cinco cidades assinaram mais carteiras do que “deram baixa” em março deste ano: Mogi, Itaquaquecetuba, Arujá, Poá e Ferraz de Vasconcelos. Em Mogi, foram 493 empregos. Em Arujá, 361. Já em Poá, as admissões superaram as demissões em 246 carteiras, enquanto o saldo positivo em Itaquá foi de 145. O saldo em Ferraz foi de 85.

Guararema, Salesópolis, Santa Isabel e Biritiba Mirim tiveram mais pessoas demitidas do que admitidas, sendo o número mais significativo registrado em Guararema: 20.

No Brasil

Após dois meses de recuo, a criação de emprego formal subiu em março no País. Segundo os dados do Caged, 195.171 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A criação de empregos cresceu 97,6% maior que a do mesmo mês do ano passado. Em março de 2022, tinham sido criados 98.786 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. A abertura mensal de vagas atingiu o maior nível desde setembro do ano passado.

Nos três primeiros meses do ano, foram abertas 526.173 vagas. Esse resultado é 15% mais baixo que no mesmo período do ano passado. A comparação considera os dados com ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores. A mudança da metodologia do Caged não torna possível a comparação com anos anteriores a 2020.