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Qualidade da água em sete rios do Alto Tietê é regular, aponta estudo

Pesquisa hidrológica foi realizada de março de 2018 a fevereiro de 2019 no país

Por Marcus Pontes - da Região07 JUN 2019 - 13h55
Em Salesópolis, o estudo mostrou que o Rio Tietê passou de considerado bom para regular, ou seja, uma pioraFoto: Arquivo/DS

Sete rios do Alto Tietê estão com a qualidade da água regular. Outros dois estão em situação ruim. É o que revela pesquisa da Fundação SOS Mata Atlântica. A análise foi realizada, de março de 2018 a fevereiro de 2019, em Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Salesópolis e Suzano, além de cidades de outros estados brasileiros. O estudo divulgado não relacionou rios de Biritiba Mirim, Guararema, Itaquaquecetuba, Poá e Santa Isabel.   

O Índice da Qualidade da Água (IQA) é realizado a partir de 16 parâmetros,como físico, químico e biológico encontrado nas amostras da água. O estudo verifica ainda, por exemplo, a temperatura da água e ambiente, turbidez, espumas, lixo flutuante, odor, material sedimentável, peixes, larvas, entre outros. A pesquisa serve como objeto para engajamento na gestão da água e do meio ambiente.

Na região, os rios analisados dos quais apresentam situação regular são: Córrego Baquirivu, em Arujá; Ribeirão Ipiranga, em Mogi; Rio Tietê, em Salesópolis; e o Córrego Balainho, em Suzano. Já em situação ruim foram o Córrego Iijima e Córrego Itaim, em Ferraz.

Mudança

O levantamento da Fundação S.O.S Mata Atlântica também expôs índices de melhora e piora da qualidade da água dos rios. É o caso do Córrego Baquirivu e Ribeirão Ipiranga, em Arujá, que saiu de ruim para regular. Em Salesópolis, o estudo mostrou que o Rio Tietê passou de considerado bom para regular, ou seja, uma piora.

Brasil

No país, a pesquisa revelou que dos 278 pontos de coleta de água monitorados, 207 (74,5%) apresentam qualidade regular. Em 49 pontos (17,6%), a qualidade é ruim e, em quatro pontos (1,4%), péssima. Somente 18 pontos (6,5%) apresentam qualidade boa na média do ciclo e nenhum dos rios e corpos d’água tem qualidade ótima.

A Fundação detalha no estudo que "esse retrato da qualidade da água nas bacias da Mata Atlântica aponta a fragilidade da condição ambiental dos principais rios de 17 estados do país". E completa: "A qualidade regular da água demanda atenção especial dos gestores públicos e da sociedade, pois esse indicador demonstra que a condição é frágil e está no limite dos padrões definidos na legislação para usos menos restritivos, como recreação, navegação, irrigação e abastecimento público mediante tratamento avançado".

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