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Jornal Diário de Suzano - 18/05/2019
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Região perde 1.024 vagas em um mês, aponta dados do Caged; Suzano cria 311

Em março, foram criadas apenas 158 oportunidades com carteira assinada, contra 1.182 em fevereiro deste ano

Por Marcus Pontes - da Região24 ABR 2019 - 15h20
Pessoas são convocadas para Frente de Trabalho em PoáFoto: Divulgação/Departamento de Comunicação de Poá
O Alto Tietê perdeu 1.024 vagas com carteira assinada de fevereiro (1.182) para março (158) deste ano. O número representa uma redução de 86,63%. Em comparação a março do ano passado, os dados continuam ruins: a diminuição foi de 78,47%. É o pior saldo no primeiro trimestre do governo Jair Bolsonaro (PSL).
 
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados nesta quarta-feira, 24, pelo Ministério da Economia, apontam que a região teve em março 8.800 admissões, contra 8.642 demissões. Mesmo com este cenário escasso de novas vagas de emprego com carteira assinada, os números só não foram piores por causa de dois seletos municípios: Suzano e Poá. Foram criadas 311 e 44 oportunidades, respectivamente. Também fecharam positivo Guararema, com oito novas oportunidades, e Itaquaquecetuba, que totalizou seis novos empregos com carteira assinada.
 
NEGATIVOS
 
Mogi das Cruzes puxa a lista de cidades com saldo negativo. No total, a cidade fechou 146 vagas. Em seguida vem Biritiba Mirim (25); Arujá (17); Salesópolis (10); Ferraz de Vasconcelos (7); e Santa Isabel (6). 
 
Setores
 
Em Suzano, o cenário positivo foi puxado pelos seguintes setores: serviços, comércio e indústria. Contudo, a cidade registrou demissões nos segmentos de indústria de transformação, administração pública, extrativa mineral e agropecuária. 
Já em Poá, o saldo foi puxado, principalmente, pelo comércio. Em seguida, os setores de indústria de transformação e serviços industriais de utilidade pública. Apenas serviços teve cenário negativo.
 
Para se ter ideia, a situação negativa de Mogi é puxada por três setores: comércio, indústria de transformação e agropecuária; os dados positivos são em construção civil, serviços e administração pública.

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