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Jornal Diário de Suzano - 28/05/2024
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Região

Saldo de empregos no Alto Tietê cresce 27,5% neste 1º trimestre com 5,8 mil vagas

Nos três primeiros meses do ano passado foram 4.617 vagas de emprego geradas, e neste ano 5.888

01 maio 2024 - 05h00Por Fernando Barreto - da Região
O Alto Tietê registrou crescimento de 27,5% no saldo de empregos neste primeiro trimestre quando comparado ao mesmo período do ano passado. Foram 4.617 no período em 2023, e 5.888 neste ano.
 
Na análise apenas de março, a região também teve aumento de 3,4% no saldo, passando de 1.935 para 2.001.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta terça.
 
Cidades
 
Das dez cidades da região, apenas uma fechou o primeiro trimestre deste ano com saldo negativo: Biritiba Mirim (-47).
 
Mas no comparativo com o primeiro trimestre do ano passado, cinco cidades tiveram queda no saldo de empregos (veja na tabela).
 
 
 
Nacional
 
O Brasil fechou o mês de março com saldo positivo de 244.315 empregos com carteira assinada. No acumulado do ano (janeiro/2024 a março/2024), o saldo foi positivo em 719.033 empregos, o que representa um aumento de 34% em relação aos três primeiros meses do ano passado.
 
O balanço é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado nesta terça-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
 
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, este foi o melhor resultado do Caged para o mês de março desde 2020. “Ou seja, é um momento importante, então eu creio que neste Primeiro de Maio nós temos motivos para fixar a luta da classe trabalhadora por melhores condições”, disse Marinho.
 
O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 46.236.308 em março deste ano, o que representa alta de 0,53% em relação ao mês anterior.
 
O maior crescimento do emprego formal no mês passado ocorreu no setor de serviços, com a criação de 148.722 postos. No comércio, foram criados 37.493 postos; na indústria, 35.886, concentrados na indústria da transformação; e na construção 28.666. 

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