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Jornal Diário de Suzano - 22/10/2017
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Taxa de desemprego nas dez cidades do Alto Tietê sobe de 18,6% para 21,3%

Informações foram divulgadas nesta quarta-feira (27) e fazem parte da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED)

Por da Região27 SET 2017 - 14h03
Dados correspondem a agosto de 2016 e 2017, respectivamenteFoto: Arquivo/DS

A taxa de desemprego aumentou nas dez cidades do Alto Tietê, incluindo Guarulhos. O comparativo mostra elevação de 18,6% para 21,3%. Os dados correspondem a agosto de 2016 e 2017, respectivamente. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (27) e fazem parte da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

O contingente de desempregados foi estimado em 1.988 mil pessoas, 63 mil a menos que em julho deste ano. Esse resultado deveu-se à redução da População Economicamente Ativa (102 mil pessoas saíram da força de trabalho, ou -0,9%), que ocorreu de forma mais intensa do que o decréscimo entre os ocupados (menos 39 mil postos de trabalho, ou -0,4%).

Entre junho e julho de 2017, o rendimento médio real dos ocupados cresceu 2,0% e o dos assalariados, 1,7%, passando a equivaler a R$ 2.076 e R$ 2.137, respectivamente.

O nível de ocupação diminuiu ligeiramente (-0,4%), estimando-se o contingente de ocupados em 9.120 mil pessoas. Segundo posição na ocupação, o número de assalariados reduziu-se (-0,7%), devido ao comportamento do setor público (-4,3%) e, em menor intensidade, do privado (-0,3%). Nesse último, o número de trabalhadores com carteira assinada ficou praticamente estável (-0,1%) e ocorreu decréscimo entre os sem carteira (-1,6%). O contingente de autônomos diminuiu (-2,0%), enquanto o de empregados domésticos elevou-se (2,8%).

Rendimentos

Entre junho e julho de 2017, o rendimento médio real dos ocupados cresceu 2,0% e o dos assalariados, 1,7%, passando a equivaler a R$ 2.076 e R$ 2.137, respectivamente. Entre os assalariados do setor privado, esse comportamento foi devido ao aumento dos rendimentos pagos na Indústria de Transformação (4,4%),Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas (2,0%) e Serviços (0,9%), bem como ao daqueles com carteira de trabalho assinada (2,3%) e sem carteira (1,4%). Entre os trabalhadores autônomos, observou-se redução de seus rendimentos médios (-0,8%).

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