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Jornal Diário de Suzano - 22/10/2017
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Centro Esportivo

Vereador acredita que outros espaços poderiam abrigar Sesc, em Mogi

Vereador sugere Centro Esportivo da Ponte Grande, que teria o mesmo valor geográfico de acesso. "Temos outros locais", disse

Por Marília Campos - De Mogi13 SET 2017 - 22h00
Mauro Araújo Falou sobre o Sesc em entrevistaFoto: Nilson Amâncio/DS
O vereador mogiano Mauro Araújo (PMDB) enxerga como imposta a escolha do Centro Esportivo do Socorro para sede do Sesc na cidade. Segundo ele, outros locais poderiam abrigar o serviço, já que a unidade do Socorro não é um espaço ocioso e abrange importantes equipamentos públicos. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (13) durante entrevista ao jornalista Ayl Marques, da rádio SP-Rio 101.5 FM. 
 
Ele destacou que nenhum vereador é contra a implantação do Sesc, mesmo porque o serviço é uma luta antiga do município. "Hoje, me parece uma imposição. O Centro Esportivo do Socorro, em minha opinião, é geograficamente perfeito. Só que tem um problema: lá funciona um aparelho público. Não é um terreno baldio. É onde temos a única piscina pública de Mogi, centro de saúde mental, um dos poucos campos de futebol, temos a guarda, a policia ambiental, não é um lugar ocioso".
 
O vereador sugere Centro Esportivo da Ponte Grande, que teria o mesmo valor geográfico de acesso. "Temos outros locais que poderiam atender ao Sesc. O que a gente não entende é essa imposição. Por exemplo, temos o Centro Esportivo da Ponte Grande, na beira da Perimetral, uma área maior que está abandonada, de fácil acesso. Por que tem que ser em uma área que está em funcionamento?", indaga. "Para onde vão os outros equipamentos que também são atendidos (no Socorro)?".
 
Mauro alega que a decisão precisa ser debatida. "Acho que tem que discutir. Ver os interesses do Sesc, que são legítimos, e os interesses da população”. 
 
A entrevista ainda rendeu esclarecimentos quanto à suposta utilização de drones pelo Poder Público, a fim de fiscalizar imóveis para atualização dos cadastros junto à Prefeitura. "A Prefeitura, em 2016, contatou uma empresa para fazer o trabalho de geoprocessamento. Isso é feito via satélite", explicou. "As pessoas estão achando que a Prefeitura está fiscalizando as casas com drone. Não, isso foi um trabalho de licitação feita, mais de R$ 3 milhões contratados. O que eu acho é que foi um grande erro na administração municipal, nesse quesito. A Prefeitura não se preparou e não preparou a população para essas notificações".
 
Pelo menos 39 mil notificações foram emitidas pela Secretaria de Finanças por incompatibilidade entre imóveis e registros. A situação gerou dúvidas e reclamações da população, por isso o vereador sugeriu a criação de um departamento exclusivo para atendimento da demanda. Araújo reforçou que drones não foram utilizados para a captação de imagens.

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