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Jornal Diário de Suzano - 22/10/2017
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13 rios da região têm qualidade da água ruim, aponta dados da SOS Mata Atlântica

Número representa 50% do total. Pesquisa apontou que a mancha de poluição do Tietê diminuiu na região

Por Gabriele Doro - De Suzano23 SET 2017 - 09h15
Pesquisa também apontou que mancha de poluição do Tietê diminuiu na região.Foto: Arquivo/DS
Levantamento divulgado nesta sexta-feira (22) pela Fundação SOS Mata Atlântica, data em que é comemorado o Dia do Rio Tietê, aponta que 13 rios da região possuem qualidade da água ruim. O número corresponde a 50% do total de amostras coletadas no Alto Tietê. Além disso, a pesquisa afirmou que a mancha de poluição do Tietê diminuiu na região.
 
Segundo a SOS Mata Atlântica, no início do Projeto Tietê (em 1993), o trecho do rio considerado morto, no Alto Tietê, começava em Mogi das Cruzes. A Fundação aponta que hoje, a mancha de poluição começa em Itaquaquecetuba. Frisa também que pesquisadores encontraram, no trecho entre Salesópolis e Itaquá, 56 espécies de peixes endêmicos, que são as que ocorrem somente em determinada região. Quatro delas ainda não foram catalogadas pela ciência.
 
Qualidade da água
 
Com relação à qualidade da água na região, 26 pontos foram analisados. Além dos 13 considerados ruins, o levantamento indicou que 11 rios ou córregos tiveram qualidade considerada regular, o que corresponde a 42,31% e em dois locais, a qualidade foi boa (7,69%).
 
O Rio Tietê foi avaliado em seis pontos na região. Em Salesópolis e Biritiba Mirim, a qualidade do curso d’água mais importante do Estado foi considerada boa. Em Mogi das Cruzes e Suzano, a classificação foi regular. Já em Itaquá houve avaliação em dois trechos, sendo uma delas no Parque Ecológico Municipal. Neste último, a qualidade da água foi considerada regular e no outro ponto, ruim,
 
Comparação
 
No ano passado, a SOS Mata Atlântica havia feito o levantamento em 19 pontos na região. Na ocasião, 12 deles tiveram qualidade da água ruim ou péssima, o que representava 63,16%.
Com relação aos mesmos córregos ou rios analisados, em somente quatro houve mudança na qualidade. Em Ferraz de Vasconcelos, o Córrego Itaim passou de classificação “péssima” para “ruim”. Em Itaquá, o Rio Tietê (no Parque Ecológico) apresentou melhoria, passando de péssimo para regular. Em Mogi das Cruzes, a mudança aconteceu no Ribeirão Oropó, local que a qualidade piorou passando de regular para ruim. Já em Salesópolis, houve melhora no Rio Tietê, passando de regular para boa.
 
Pesquisa
O levantamento faz parte do projeto Observando os Rios. O monitoramento ocorre em pontos de coleta fixos no Rio Tietê e em seus principais afluentes. As coletas são realizadas por grupos voluntários do projeto que, mensalmente, monitoram a qualidade da água 

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