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Cidades

Suzanenses pedem mais saúde, segurança e educação aos próximos governantes

Além disso, políticas de inclusão social e propostas para combater o desemprego também foram citadas

09 outubro 2018 - 11h21 Por Aline Moreira - de Suzano
Independentemente da colocação dos candidatos nas eleições deste ano ao governo do Estado de São Paulo e à Presidência da Republica, o eleitorado suzanense elencou como prioridade os principais pilares de governabilidade - Saúde, Educação e Segurança - para a próxima gestão atuar durante os quatro anos de governo no País. 
 
"O próximo governo tem de olhar mais para os pobres e melhorar a saúde e principalmente a educação", diz a autônoma Márcia Barbosa, de 46 anos. Márcia trabalha como vendedora ambulante de cachorro-quente há 30 anos. Para ela, o próximo governante do País deve trabalhar para oferecer oportunidades iguais para os pequenos e grandes comerciantes. 
 
Para o taxista Cirilo Rodrigues, de 61 anos, o novo, ou a nova, presidente do Brasil deve agir de imediato na criação de novos empregos. "Deve-se investir nesse aspecto primeiro para depois priorizar saúde, educação e segurança", opina. Rodrigues também espera que o próximo governante olhe para os motoristas e regularize, tanto os taxis, quantos os carros de aplicativos. "Regularizando tudo será muito melhor", idealiza. 
 
Já para a atendente Cleuza dos Santos, de 50 anos, a saúde é o principal ponto a ser discutido. "A saúde no Brasil está precária. Não tem médicos e não tem infraestrutura para os pacientes. Quando eu preciso de um médico especialista, preciso ir pra São Paulo para ser atendida porque aqui a demora é grande", conta. 
 
Além disso, as políticas de inclusão social e propostas para combater o desemprego também foram citadas. O vendedor ambulante Marcos Ferreira, de 47 anos, é cadeirante e espera que a acessibilidade seja um tema recorrente do novo governo, tanto estadual, quanto em âmbito nacional.
 
"Além dos outros temas principais, a questão da acessibilidade tem que ser trabalhada. Nós precisamos de mais oportunidades e mais 'caminho' livre para sermos independentes". 

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