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Cidades

Contratações no setor de saúde chegam a 442 de janeiro a setembro

Houve crescimento de empregos no setor saúde em regime de contratações pela CLT no Estado de São Paulo e no Brasil

26 novembro 2018 - 23h56 Por de Suzano
Suzano e Mogi das Cruzes abriram 442 empregos no setor de saúde, apontam dados estatísticos levantados no Boletim Econômico da Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Fehoesp).
 
Houve crescimento de empregos no setor saúde em regime de contratações pela CLT no Estado de São Paulo e no Brasil.
 
O aumento foi observado nas contratações nas regiões do ABC, Araçatuba, Bauru, Campinas, Santos, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Jundiaí, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Suzano e Sorocaba.
 
No acumulado de janeiro a setembro de 2018, segundo dados do Caged, do Ministério do Trabalho, houve abertura de 73.731 vagas nas atividades do setor de hospitais, clínicas e laboratórios no Brasil, totalizando o contingente de 2.225.964 trabalhadores. 
 
Mogi das Cruzes registrou 373 empregos com 156 na atividade hospitalar, 129 na atividade médica ambulatorial e 30 profissionais de saúde.
 
Em Suzano foram registrados 69 empregos no setor. As duas cidades totalizam 442 empregos.
O Estado de São Paulo registrou em setembro de 2018 o contingente de 733.470 trabalhadores no setor de hospitais, clínicas e laboratórios. No acumulado do ano, o setor gerou 22.295 vagas no Estado, destacando-se a geração de 7.693 postos na atividade “atendimento hospitalar”. O Estado de São Paulo emprega 33% do contingente de trabalhadores alocados no setor no País.
 
Segundo Yussif Ali Mere Jr, presidente da Fehoesp, o crescimento é tímido, mas adquire importância dentro de um quadro recessivo do país onde importantes setores da economia como a indústria registram números negativos. “A saúde privada tem crescido com investimentos próprios, suprindo a lacuna deixada pelo SUS , que não consegue oferecer à população atendimento universal e integral”, alerta o médico.
No entanto, o que preocupa a Federação dos Hospitais é a ausência de integração entre os sistemas público e privado e a falta de organização, hierarquia e gestão do sistema de saúde. “Com o novo governo, esperamos grandes avanços na saúde com parcerias público-privadas efetivas que possam garantir acesso da população ao sistema de saúde e priorização da assistência primária. O viés ideológico de governos anteriores impediu esse funcionamento integrado, que irá gerar menos custos, mais acesso e melhor qualidade do atendimento médico-hospitalar no país”, destaca o presidente da Federação dos Hospitais.
 
Números de empregos por regiões do Estado
 
Na capital, foram criados 5314 empregos com carteira assinada, dos quais 1811 na atividade médica ambulatorial, 1322 na atividade hospitalar e 1306 no setor de laboratório, diagnóstico e exame.

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