A soma da receita eleitoral dos gastos dos 7 políticos eleitos do Alto Tietê - 4 deputados estaduais e dois federais - alcançou R$ 13,6 milhões, apontam dados de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do qual o DS fez a pesquisa.
Com esse valor foi possível conquistar 13,5 milhões de votos em todo o Estado de São Paulo, o que dá média de R$ 1 por voto, conforme o mesmo levantamento do Tribunal. Nenhum dos candidatos ultrapassou o limite de gastos.
Em uma análise individual, o custo por voto vai de R$ 0,55 a R$ 19.
O candidato com maior receita eleitoral foi o senador eleito André do
Prado (PL). Ele conseguiu 12.703.089 votos e seus gastos foram de R$ 7.047.000, o que dá R$ 0,55 por voto.
Em relação aos deputados estaduais eleitos, a consulta ao TSE mostrou Rodrigo Ashichi com receita eleitoral de R$ 971.409,05, de gastos na campanha para alcançar 162.562 votos, um valor de R$ 5,9 por eleitor. Ashiuchi cumpriu o limite de gastos determinado pela TSE, que era de R$ 1.270.629,01, valor que ele poderia investir.
Marcos Damásio teve receita eleitoral maior, de R$ 978.409,04 para conquistar 156.691 - R$ 6,2 por voto.
Édson da Paiol gastou R$ 524 mil e obteve 124.394, média de R$ 4,2 por voto. (veja tabela completa abaixo)
LIMITE DE GASTOS
O limite de gastos de cada candidatura considera não apenas as despesas contratadas diretamente pela candidata ou pelo candidato, mas também outros valores relacionados à campanha.
Nesse cálculo, estão incluídos o total dos gastos de campanha contratados pela candidatura; as transferências financeiras feitas para outros partidos, candidatas ou candidatos; e as doações estimáveis em dinheiro recebidas, ou seja, bens e serviços doados que possuem valor econômico.
Além disso, os recursos que a candidatura transfere para a conta do partido também entram no cálculo do limite, naquilo que exceder as despesas efetivamente realizadas pelo partido em benefício daquela candidatura, exceto as transferências referentes às sobras de campanha.
ANDRÉ DO PRADO, ASHIUCHI, DAMASIO, KAKA, EDSON DA PAIOL, GAMBALE A ALVINO Eleitos