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Jornal Diário de Suzano - 21/02/2024
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Chuvas

Alto Tietê contabiliza 400 residências interditadas por causa dos temporais

Defesa Civil das cidades tem monitorado as áreas de risco

17 março 2023 - 05h00Por Guynever Maropo - da Região

Quase 400 residências no Alto Tietê foram interditadas pelas prefeituras após chuvas. O levantamento é do DS com base nas informações encaminhadas pelos municípios. Esse número pode ser pouco maior ou menor. 

Em busca de solução para conter as chuvas, os prefeitos fizeram contato com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em busca de recursos. 

A Defesa Civil das cidades tem monitorado as áreas de risco e se houver necessidade interditam as resistências. 

Cerca de 30 imóveis foram interditados, em Suzano, por exemplo, desde janeiro. A cidade informou que não há pessoas desalojadas ou desabrigados. Mesmo assim, se houver necessidade, o município segue dispondo do abrigo emergencial montado no prédio do antigo Restaurante Popular.

A Defesa Civil realiza o monitoramento constante de 45 áreas consideradas de risco, que estão, principalmente nos bairros Cidade Miguel Badra, Jardim Revista, Vila Rica, Jardim Maitê e Vila Monte Sion.

Em Ferraz de Vasconcelos, neste período, foram interditadas aproximadamente 300 moradias principalmente nos bairros Vila Cristina, Vila Jamil, Morro do Piolho, Jardim Ipanema e Vila São Paulo. Esses bairros ficam localizados em áreas de risco de deslizamento. Cerca de 79 famílias seguem desabrigadas. 

A Prefeitura está em tratativas com os governos federal e estadual buscando recursos e projetos que beneficiem a população que mora em áreas de risco, “as conversas estão sendo positivas”. 

As orientações para aqueles que foram notificados pela Defesa Civil é que deixem suas moradias neste período de chuvas, quem não tiver local para ir, como casa de parentes, pode buscar o abrigo disponibilizado pela Prefeitura e que conta com a estrutura necessária para recebê-los. Aqueles que atendem os requisitos necessários também podem ter acesso ao auxílio moradia ofertado pela administração.

Poá tem 11 interdições residenciais desde o início do ano. As áreas mais afetadas são Jardim Nova Poá, Jardim São José, Jardim Pinheiro e Jardim Perracine. No momento não tem previsão de novas interdições.

Atualmente seis famílias estão desabrigadas na cidade. Os moradores que foram retirados das residências são levados para um abrigo organizado no Centro Dia do Idoso. Também serão inseridas no processo do “Auxílio Moradia”. 

Mogi das Cruzes se encontra em situação de emergência por causa das chuvas desde 3 de fevereiro e ainda está em andamento a Operação Verão na cidade, até o dia 31 de março.

A Defesa Civil contabilizou de 1º de dezembro a 15 de março, 27 imóveis interditados por problemas causados pelas chuvas, sendo 17 interdições totais e 10 interdições parciais. Estes imóveis ficam em Braz Cubas, Jardim Planalto, Vila Nova Cintra, Jardim Margarida, Vila Ressaca, Jardim Layr, Jardim Maricá, Jardim Aeroporto, Vila Pomar, Mogi Moderno, Vila Natal, Botujuru, Vila São Sebastião, Vila Brasileira, Vila São Paulo e Vila Moraes. No momento, não há famílias desabrigadas ou desalojadas. 
O município está em tratativas com esferas superiores com o intuito de retomar a construção de moradias populares na cidade. 

Itaquaquecetuba não informou se há residências interditadas, mas cerca de 20 famílias estão morando nos abrigos. Os bairros que mais tem residências em áreas de alagamento são a Vila Maria Augusta e a Vila Japão. A Defesa Civil tem monitorado as áreas e se há necessidade é feita uma interdição parcial ou total do espaço. A orientação para os moradores que tiveram as casas afetadas é que devem sair imediatamente e ir até um dos abrigos.