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Jornal Diário de Suzano - 25/02/2024
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Cidades

Ashiuchi calcula 70 obras em andamento: 'Preparamos Suzano para o presente'

Prefeito analisou os últimos anos do seu mandato nesta terça-feira (27), no DS Entrevista, na semana passada

03 janeiro 2023 - 05h00Por Ingrid Leone - De Suzano
O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PL), disse, em entrevista ao DS, que “apesar das dificuldades, 2022 foi um ano bom, mas 2023 promete”.
 
“A cidade não é perfeita. Sempre haverá algo para se construir. Mas queremos uma cidade cada vez melhor”, avaliou o prefeito, que calcula mais de 70 obras em andamento.
 
“Estou preparando Suzano para o presente e plantando uma semente para uma Suzano do futuro”, acrescentou. Para Ashiuchi, a gestão é um ‘case de sucesso’. 
 
As declarações foram dadas, na semana passada, durante o DS Entrevista ao vivo. Ashiuchi abordou também as obras simultâneas em andamento na cidade, principalmente no setor de Mobilidade Urbana, com os investimentos previstos para o Terminal de Palmeiras, alças do Terminal Norte e do Rodoanel. Durante a entrevista, o prefeito voltou no tempo e analisou o que ‘herdou’ em 2017 e comparou os trabalhos realizados nos últimos anos. A seguir a entrevista concedida ao DS.
 
Diário de Suzano: Qual avaliação você faz desse ano? 
 
Rodrigo Ashiuchi: Foi um ano atípico. Tivemos, além da pandemia, eleições e Copa do Mundo. Nos dedicamos muito. São mais de 70 obras acontecendo. Isso em todos os setores: educação, infraestrutura, saneamento básico, segurança e saúde. Temos obras importantes como a escola do Parque Maria Helena, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Revista, água chegando em vários bairros após décadas. Fico muito feliz de afirmar que Suzano passa por um dos grandes momentos. É o maior da história (da cidade). 
 
DS: O sr. está no segundo ano do seu segundo mandato, e no sexto ano de administração. Geralmente as pessoas falam que o segundo mandato é para administrar as obras anteriores. Como está a administração e o ritmo nessa gestão? 
 
Ashiuchi: Os números não mentem. Esse é um dos paradigmas que a gente gostaria de quebrar. Temos muitos quilômetros de pavimentos, muitas obras. A cidade nunca teve mais de 70 obras simultâneas acontecendo nos quatro cantos. Desde quando eu pisei na Prefeitura, busquei incansavelmente resgatar o orgulho de ser suzanense. Estamos conseguindo, com a volta do time de vôlei, a entrega da Arena Suzano, a Marginal do Una, o Trevo Dona Benta, o Terminal de Ônibus de Palmeiras, que será entregue. Temos o Centro de Iniciação Esportiva, no bairro Santa Inês, que será entregue no próximo ano. Suzano vem trabalhando firme no segundo mandato, melhor que o primeiro. Os números mostram isso. Ganhamos as eleições com mais de 83% dos votos. 
 
DS: Vamos falar de transporte público. Quando os ônibus elétricos começam a ser utilizados? 
 
Ashiuchi: Com a chegada do Terminal de Palmeiras, a ideia é fazer uma interligação entre os dois terminais, norte e sul, com esses ônibus elétricos. 
 
DS: E o terminal de Palmeiras?
 
Ashiuchi: A previsão é de que seja licitado. Estamos limpando o terreno. Vamos colocar a pedra fundamental.
 
DS: E quanto a alça do Terminal Norte?
 
Ashiuchi: Será feita não só a alça, mas a própria Avenida Jorge Bei Maluf. No final dela, será duplicada, com ciclovia. Para quem chega de Mogi das Cruzes para Suzano não precisará mais dar a volta no Terminal Norte. Esperamos que obras comecem em janeiro.
 
DS: Como está o andamento do projeto da alça do Rodoanel? 
 
Ashiuchi: O deputado estadual, André do Prado tem grandes chances de ser presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Ele vai ajudar. Essa é a pauta número um. Mudará não só a logística, mas as possibilidades de desenvolvimento de Suzano, Poá, Ferraz, Itaquá, Mogi e também de toda região. 
 
DS: Como está a questão do IPTU? Haverá correção?
 
Ashiuchi: Tentamos levar o mínimo de despesa e encargos para os nossos munícipes. O IPTU não tem aumento real, como ao longo dos últimos anos. Agora, a correção inflacionária do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), obrigatório por lei, vai ter.
 
DS: Em relação a Operação Tapa-Buraco, de pavimentação, o que tem sido feito na cidade? 
 
Ashiuchi: A pavimentação está em vários bairros: Parque Samambaia, São Luiz, Sertãozinho, por exemplo. Fizemos as estradas Santa Mônica e dos Fernandes. Nos reunimos com a Sabesp. Ficou definido que até o aniversário de Suzano, será entregue a obra da Avenida Major Pinheiro Fróes. Os buracos na pista estão há quase duas décadas. Vamos fazer também a Avenida Roberto Simonsen (prolongamento da via, desde o bairro Jardim Márcia, passando pelo Jardim Nena, promovendo conexões com a Rua Regina Cabalau Mendonça e a Estrada dos Fernandes). 
 
DS: Sobre a área da saúde como estão as inaugurações e ampliações de postos de unidades básicas previstas?
 
Ashiuchi: Uma é a do Jardim Natal. Se tornará um grande complexo. Também vamos entregar (obra) no Jardim Vitória. Está previsto para fazer mais duas unidades, entregar o Hospital Federal e o das Clínicas (HC). Além disso, a Santa Casa foi reformada. Nunca houve na história de Suzano tantos atendimentos e procedimentos. Zeramos a fila da mamografia. 
 
DS: A Prefeitura tem parceria com clínicas para agilizar as consultas na cidade? A administração apresentou também um novo serviço de cirurgia bariátrica?
 
Ashiuchi: Fizemos parcerias com outras empresas. Estamos com um novo programa que vai ser lançado em 2023, parceria com as clínicas particulares de Suzano, tudo tabelado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 
 
DS: Neste ano ocorreram problemas em relação a falta de medicamentos. O Estado não enviou alguns tipos para as prefeituras? Como foi solucionado?
 
Ashiuchi: Tivemos problemas com os remédios de alta complexidade. Esses são fornecidos pelo Estado. Temos o Centro de Abastecimento Farmacêutico (CAF). É feito o estoque de remédios para que não falte nas UBSs. 
 
DS: Gostaria que o sr. falasse um pouco sobre o Condemat que terá o prefeito de Mogi, Caio Cunha, como novo presidente. O senhor já foi três vezes. Pode voltar em 2024? 
 
Ashiuchi: O Condemat, com certeza, é um dos consórcios mais bem estruturados. Não só do Estado como do País. São 12 cidades. Será ampliado para 14, com ingressos de Igaratá e Mairiporã. O importante é todo mundo focado no bem-estar da população.
 
DS: O senhor está no Partido Liberal (PL). Na verdade, está no que se fala de “PL raiz”, antes mesmo do ex-presidente Bolsonaro entrar. Mas o partido teve algumas polêmicas, em relação a recursos bloqueados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e questionamento das urnas. 
 
Ashiuchi: Sou uma pessoa com foco no município. Se a eleição foi de forma democrática, seja por um voto, por mil ou por 1 milhão teve um vencedor, vai ter o meu respeito. Até que se prove o contrário, foi feito de forma democrática. 
 
DS: Para as eleições de 2024, em pouco menos de dois anos, já se fala muitos nomes para a sua sucessão na cidade? Já tem algum em mente? 
 
Ashiuchi: Antes de definir o nome de sucessão de quem eu vou apoiar, acho que o governo tem que estar bem. Hoje temos uma aceitação muito boa. Estamos estudando nomes de secretários, vereadores e de pessoas que não estão na política, como empresários e que já manifestaram a vontade. Será uma pessoa da minha extrema confiança. Até porque não vou deixar de contribuir com Suzano. Quem eu indicar estarei junto e continuando esse trabalho. Se pegar o que herdamos em 2017 e comparar com o que a gente vai entregar no final de 2024, vai ver que Suzano é um grande case de sucesso.

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