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Jornal Diário de Suzano - 24/02/2024
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Cidades

Corpo de Bombeiros ganha duas motocicletas com investimento de R$ 160 mil

Veículos chegaram em fevereiro na cidade e já estão atendendo há um mês as ocorrências de Suzano e cidades vizinhas

11 março 2023 - 20h00Por Guynever Maropo - de Suzano
O governo de São Paulo entregou, em fevereiro, duas novas motocicletas para o Corpo de Bombeiros de Suzano com o objetivo de otimizar o tempo de espera das ocorrências. Cada veículo custou cerca de R$ 80 mil, totalizando um investimento de R$ 160 por parte do estado.
 
As motocicletas irão permitir que os agentes cheguem de forma mais rápida aos locais de atendimento, tendo em vista o trânsito intenso, que afeta a cidade em horário de pico. 
 
Os veículos chegaram em fevereiro na cidade e já estão atendendo há um mês as ocorrências de Suzano e cidades vizinhas. No Corpo de Bombeiro, são dois cabos responsáveis por atender as ocorrências de moto, o efetivo trabalha em dias alternados das 7:30 horas até as 19:30. A dupla passou por um treinamento de 15 dias para aprender a pilotar a moto.
 
Todas as motos são equipadas com itens de primeiros socorros e combate a incêndio, e dotadas de mais potência e inovações tecnológicas que proporcionam segurança extra ao militar. Os agentes podem atuar no atendimento de primeiros socorros, incêndio e salvamento. 
 
De acordo com o comandante do corpo de bombeiros, capitão Marcos Vinicius Carbonel, nos dias que o efetivo de moto está ativo atendem cerca de 10 ocorrências por dia. Ao todo a equipe de Suzano é composta por 42 homens, que intercalam os plantões, sendo nove bombeiros disponíveis por dia. 
 
“Foi feita uma solicitação para o estado em busca de resultados melhores no atendimento. Suzano foi o primeiro quartel a receber os equipamentos. Com as motos o efetivo chega na frente e conseguem antecipar o atendimento. O feedback da população tem sido bom, visto que ao ligar para o bombeiro sempre esperam um atendimento rápido”, comentou. 
 
A ideia segundo o capitão Carbonel é que nos próximos meses toda a equipe do quartel esteja apta para atender as ocorrências com as motocicletas. 
 
“Com toda a equipe apta os atendimentos com moto podem ocorrer todos os dias. O quartel recebe muito apoio da prefeitura, tanto na manutenção das viaturas, quanto nos custos e investimento para a unidade”, disse. 
 
Balanço das ações 
 
Durante o mês de fevereiro as cidades da região sofrem com enchentes e deslizamentos ocasionados pelas fortes chuvas. Itaquaquecetuba e Ferraz de Vasconcelos foram as cidades mais atingidas. 
 
O corpo de bombeiro de Suzano auxiliou o efetivo de Itaquá no combate às enchentes em alguns bairros da cidade. O bombeiro atuou em conjunto com a Defesa Civil na retirada de idosos e crianças que estavam nas residências alagadas. “Itaquá é localizada em uma área de várzea, com esse grande volumes de chuvas às áreas facilmente alagam. Auxiliamos na retirada de pessoas que ficaram ilhadas e até mesmo de auotmoves”,contou. 
 
Em Ferraz de Vasconcelos os bombeiros passaram cerca de 10 horas auxiliando a equipe local a retirar os destroços e resgatar as famílias que foram soterradas após o deslizamento de terra na Vila São Paulo. 
 
"Atuamos até a madrugada do dia posterior para conseguir retirar um homem, infelizmente já sem vida, embaixo dos escombros. Ao todo foram oito viaturas, de Suzano, Ferraz, Mogi e Itaquá prestando apoio no local. Os moradores nunca imaginaram passar por uma situação dessa”, disse. 
 
Em Suzano, o maior tipo de ocorrências são acidentes de trânsito, casos clínicos de mal súbito, parada cardiorrespiratória e incêndios em residências e empresas. Neste ano ainda não houve ocorrência na Lagoa Azul, segundo o Carbonel a queda se dá pelo trabalho de conscientização que a Prefeitura fez no local. 
 
“No final do ano passado houve afogamento na área, mas após os trabalhos com informativo no espaço ainda não registramos ocorrências”, comentou. 
 
Nesta época do ano, o capitão destaca que há um aumento de afogamento na Represa Taiaçupeba. 
 
“É costume na temporada de verão, em Mogi, a população ir pescar na represa e aproveitar para nadar. o problema é que muitos antes de nadar ingeriram bebidas alcoólicas ou uso de entorpecente e acabam se afogando”, explica.

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