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Jornal Diário de Suzano - 14/04/2024
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Cidades

Instituto sugere união das cidades para ajudar a custear hemodiálises

20 junho 2017 - 08h00

A união das cidades da região, semelhante ao proposto ao Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) para ajudar na gestão da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), pode ser uma das soluções para manter em funcionamento as unidades do Instituto de Nefrologia de Suzano e Mogi das Cruzes. Conforme o DS publicou, a falta de repasses pode levar ao fechamento da unidade suzanense. A diretora das unidades, Silvana Kesrouani, disse que um dos caminhos para não levar ao fechamento da unidade suzanense seria a união dos municípios para negociação da tabela. "Acho que as unidades que possuem o certificado de qualidade deveriam ter direito à repasse maior em relação as que não mantêm as boas notas, até o Estado deveria nos remunerar diferente. Uma das soluções poderia ser a união das cidades para custear o serviço, igual ao que estudam para a AACD", explica. O Condemat informou que o serviço de hemodiálise é alvo de acompanhamento permanente da Câmara Técnica de Saúde do grupo e há ações feitas aos órgãos superiores, principalmente, para maior disponibilidade de vagas e melhor distribuição dos pacientes nos serviços credenciados, sendo que é solicitado a Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), constantemente, que seja respeitada a geografia regional para que cada paciente fique próximo ao município de origem. "Os recursos de média e alta complexidade, como é o caso da hemodiálise, ficam na esfera estadual e federal, limitam a atuação dos municípios. Neste ano, houve um reajuste de 8% para os procedimentos de hemodiálise e há pleitos para uma ampliação maior de recursos e, principalmente, para expansão do serviço na região, visto que, atualmente, cerca de 500 pacientes do Alto Tietê fazem tratamento de hemodiálise em outras localidades do Estado, cabendo às prefeituras a responsabilidade e os custos de remoção dessas pessoas", pontua o consórcio. Além disso, o Condemat frisa que discute, neste momento, outros mecanismos para ajudar na manutenção das unidades de nefrologia de Mogi e Suzano. Entre as alternativas em estudo está a isenção da tarifa de água, insumo que representa um custo significativo para o serviço. "Seria uma medida em curto prazo e de efeito para a redução dos custos das unidades. Ela envolve diretamente a renúncia de receitas do Semae (caso de Mogi) e da Sabesp (Suzano)", completa o coordenador da Câmara Técnica de Saúde do Condemat e secretário de Saúde de Mogi, Téo Cusatis.

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