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Jornal Diário de Suzano - 13/12/2019
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Suzano

Moradores relatam sujeira e prejuízos da falta de água

Comerciantes também questionam corte sem aviso prévio. Nesta quinta-feira (25), o fornecimento foi normal, mas houve reclamação

Por Daniel Marques - de Suzano25 JUL 2019 - 23h58
Moradores relatam sujeira e prejuízos da falta de águaFoto: Munique Kazihara/Divulgação
Após manutenções realizadas pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) no reservatório de água que atende Suzano, durante a madrugada de quarta-feira (24), os moradores reclamam da água suja das torneiras.
 
Segundo relatos, após o religamento, a água estava “marrom”. Além da qualidade, a pressão também incomoda alguns moradores.
 
É o caso de Marcos Antônio Costa, o Marquinhos da Melhor Idade. Ele diz que a cor melhorou durante o dia, mas a pressão seguiu fraca. Pela manhã, ele alertou o vizinho cabeleireiro, para tomar cuidado com a água. "Avisei para que ele tomasse cuidado ao lavar o cabelo dos clientes, por conta do estado da água pela manhã", conta.
 
Laudete Lins, 55, que mora na Vila Maluf, reforça o problema. "A água voltou turva. A caixa d'água facilitou muito, mas veio suja demais".
 
Sem aviso
 
Para piorar, vários moradores alegam terem sido "pegos de surpresa" com a falta de água. Na Vila Amorim, o balconista Edmilson Cerqueira da Silva, 58, lamenta não ter sido avisado sobre a manutenção e afirma ter tido prejuízo financeiro no restaurante em que trabalha. "Ficamos o dia inteiro sem água e não conseguimos fazer o almoço. Muitas pessoas pedem marmita, e isso nos prejudicou muito", afirma.
 
"Percebi que estava sem água às 7 horas, e só começou a voltar por volta das 13h45. Mesmo com caixa d'água de 500 litros, não tem como resolver. É ridículo, poderiam nos avisar porque, pelo menos, dá para encher baldes", emenda.
 
Algumas pessoas, no entanto, não sentiram os efeitos da manutenção. Jaqueline da Silva, 54, mora Parque Maria Helena e diz que não faltou água em sua casa. Apesar disso, ela diz que cortes devem ser avisados previamente. "Lembro que lavei a calçada por volta das 13 horas de quarta-feira e liguei a máquina de lavar roupas. Não tive problema, mas eles têm que avisar quando vai interromper o fornecimento de água", afirma.
 
"Abro meu estabelecimento às 12 horas, fecho mais ou menos 21h30, e aqui não faltou água. Lembro que pela manhã estava fraca, mas em nenhum momento o fornecimento de água foi interrompido totalmente", conta Benedito Fernandes, 62, que tem um comércio no Jardim Revista. 
 
Sabesp
 
A companhia, por meio de nota, afirma que foi até a casa do Marquinhos citada no início da reportagem, mas que estava tudo normal no local. A Sabesp pede para que as pessoas solicitem solicitações e serviços pelo telefone 195 ou no 0800-011-9911.

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