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Jornal Diário de Suzano - 19/05/2024
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Cidades

Região monitora impactos da chuva

Operação Verão nas cidades permanece até março

25 janeiro 2023 - 09h00Por Ingrid Leone - de Suzano
As Prefeituras continuam com o monitoramento das chuvas intensas de início de ano e do verão. Entre os municípios do Alto Tietê, seis deles continuam até março os trabalhos junto da Defesa Civil para diminuir os impactos da chuva forte e das enchentes.
 
Em Suzano, a Secretaria de Manutenção e Serviços Urbanos segue com os trabalhos de limpeza de córregos, valas de drenagem e bueiros como forma de mitigar os riscos de alagamento. Até o momento, desde o dia primeiro de janeiro, a cidade registrou o maior índice na semana passada, chegando a 35 milímetros de chuva.
 
A consequência foi uma interdição parcial, em um cômodo, nesta terça-feira (24). A residência está localizada em uma área de ocupação irregular na Rua Expedito Duranda Nogueira, no bairro Miguel Badra Baixo. De acordo com a Prefeitura de Suzano, o motivo foi a proximidade do imóvel com um córrego.
 
Até então, as principais ocorrências envolvem queda de árvores. A Defesa Civil continua o monitoramento de 45 áreas de risco mapeadas na cidade.
 
MOGI DAS CRUZES
 
Até a quarta semana de janeiro, desde o início da Operação Verão, o maior volume de chuva registrado em 24 horas foi no ponto de medição do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), na Ponte Grande. Chegou a 41 milímetros, no dia 5.
 
Com os picos de chuva intensa, a Defesa Civil realiza os atendimentos pelo monitoramento. As solicitações mais frequentes são quedas de árvores e acúmulo momentâneo de água em vias, que com a parada da chuva escoam pelo sistema de drenagem.
 
FERRAZ DE VASCONCELOS
 
A Defesa Civil, em conjunto com a Secretaria de Serviços Urbanos, tem realizado ações preventivas de limpeza bueiros, de córregos e dos dois piscinões existentes na cidade. Também atua de maneira preventiva com a poda das árvores e monitoramento das áreas de risco no município.
 
O órgão já foi acionado para vistorias de árvores e também para locais onde houve alagamentos, mas sem necessidade de remoção de famílias. Segundo a Prefeitura, diante dos dois piscinões localizados no Parque São Francisco e Romanópolis, o escoamento das águas das chuvas têm ocorrido de maneira natural e dando vazão ao acúmulo pontual.
 
ITAQUÁ
 
A cidade, junto a Defesa Civil, fica em alerta e acompanha as previsões meteorológicas, assim consegue dar uma pronta resposta para a população. O dia que mais choveu foi no dia 19 de janeiro, com 75 milímetros, gerando transtornos como alagamentos, transbordo de córregos e rios, além de quedas de árvores e muros.
 
POÁ
 
A Defesa Civil de Poá informou que a gestão de riscos é feita com vistorias periódicas em todas as áreas, e possíveis intervenções estruturais para mitigação dos perigos.
 
O dia de maior volume de chuva foi registrado no dia 4 de janeiro, sendo de 34,8 milímetros. A Defesa Civil informou que neste mês ainda não houve acionamento com relação à enchente.
 
ARUJÁ
 
O município, no mês de janeiro, acumulou 100 milímetros de chuvas, sendo 53 milímetros no dia 5. Arujá registrou somente quedas de árvores e segue com a Operação Verão.
 
SANTA ISABEL
 
Para a Prefeitura de Santa Isabel, as ocorrências e danos causados pelas chuvas diminuíram consideravelmente em comparação ao mesmo período do ano passado. Ainda assim, no dia 2, houve alagamento e 48 milímetros de chuva em 19 minutos.
 
A fiscalização das áreas de risco, limpeza com hidrojato das galerias de escoamento, poda e supressão de exemplares arbóreos em áreas de risco continuam para diminuir os impactos. 

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