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Suzano realiza ações de Saúde para diminuir taxa de mortalidade infantil

Prefeitura de Suzano afirmou que está atuando para reduzir o número de óbitos. Taxa aumentou na cidade

06 setembro 2017 - 11h04Por Lucas Lima - De Suzano
Mesmo sendo o município com maior taxa de mortalidade infantil no Alto Tietê, com 17,3 para cada mil nascidos vivos, a Prefeitura de Suzano afirmou que está atuando para reduzir o número de óbitos. Além disso, a atual gestão negou fazer uma avaliação dos dados referentes à administração anterior, que deixou o pior resultado da cidade desde 2008, quando obteve taxa de 17,63.
 
De acordo com o Executivo, ações estão sendo realizadas para que o número da taxa caia. Entre elas, a Secretaria de Saúde informou que, já contratou novos médicos e atualizou os protocolos de atendimentos de acordo com a Rede Cegonha. "Ao mesmo tempo, a pasta ampliou as ações de educação continuada dos profissionais da rede municipal e da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Suzano, ministrando cursos para a condução do pré-natal e dos procedimentos de pré-parto, parto e pós-parto. As gestantes também passaram a receber palestras educativas", informou em nota.
 
Outras duas cidades da região afirmaram que mesmo com crescimento da taxa de mortalidade infantil na região os resultados são positivos e que também estão realizando ações para diminuir a taxa. Na última segunda-feira, a Fundação Seade divulgou, que entre 2015 e 2016, houve um aumento na taxa de mortalidade de seis cidades do Alto Tietê. Na média da taxa, pelo contrário, teve diminuição neste período, passando de 11,90 para mil nascidos vivos, em 2015, para 11,34, no ano passado.
 
Na cidade mogiana, o Executivo avalia que os resultados apresentados são positivos e resultantes de uma série de ações realizadas. No município, a taxa aumentou de 11,2, em 2015, para 11,5 para cada mil nascidos vivos, no ano passado.
 
Atualmente, o município conta com o Programa Mãe Mogiana, que, segundo a Prefeitura, tem mostrado excelentes soluções, "além de uma boa estrutura, facilidade de acesso ao pré-natal, Banco de Leite Humano, Programa Alô Mãe Mogiana, exames laboratoriais de alta qualidade, distribuição de repelentes para gestantes na prevenção às doenças causadas pelo aedes aegypti, entre outras ações direcionadas ao atendimento às gestantes e também recém-nascidos", explicou em nota.
 
De acordo com a assessoria de imprensa da cidade, Mogi é polo regional de atendimento em maternidade, sobretudo gestações de alto risco. "A Santa Casa de Misericórdia de Mogi absorve toda a demanda regional e há tempo enfrenta problemas com a superlotação, para o qual já está projetada e pleiteada a sua ampliação". 
 
Em Arujá, a Secretaria de Saúde esclareceu que ao analisar os resultados do Comitê de Mortalidade, observou um grande número de casos de baixo peso e outras causas relacionadas ao atendimento pré-natal, bem como, do total de casos, a maioria originária de hospital privado, sobre o qual a Prefeitura não tem controle. A pasta também ressaltou sobre o desativamento da Maternidade da Amil em Mogi e o fato de que toda a demanda ser transferida ao Hospital Ipiranga de Arujá. Por conta do aumento da taxa (de 6,8 para 15,3), a secretaria está tomando medidas de controle quanto à atuação do pré-natal na rede pública e mantendo vigilância acirrada quanto à taxa de mortalidade de 2017.

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