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Jornal Diário de Suzano - 14/04/2024
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Índice da Saúde

Taxa de Mortalidade Infantil cresce em seis cidades do Alto Tietê, aponta Seade

Na taxa regional houve diminuição em um ano, passando de 11,90 para mil nascidos vivos, em 2015, para 11,34, em 2016

05 setembro 2017 - 11h00Por Gabriele Doro - da região
Seis cidades da região apresentaram aumento da taxa de mortalidade infantil, divulgada pela Fundação Seade. A comparação é feita entre os anos de 2015 e 2016. Na média da taxa regional houve diminuição em um ano, passando de 11,90 para mil nascidos vivos, em 2015, para 11,34, no ano passado.
 
O município com maior taxa no Alto Tietê é Suzano, com 17,3 para cada mil nascidos vivos. Este é o pior resultado da cidade desde 2008, quando a cidade obteve taxa de 17,63. Na outra ponta da tabela está Biritiba Mirim, com um índice de 2,5. A queda da taxa na cidade, em um ano, é enorme, já que em 2015, o município havia registrado 20,3 mortes para cada mil nascidos vivos.
 
As cidades que tiveram aumento - entre 2015 e 2016 - são: Arujá (passou de 6,8 para 15,3), Ferraz de Vasconcelos (subiu de 9,8 para 13,2), Itaquaquecetuba (de 10,9 para 13,9), Mogi das Cruzes (de 11,2 para 11,5), Santa Isabel (de 7,6 para 14) e Suzano (de 10,5 para 17,3). Em todos estes municípios a média é maior do que a estadual, que foi de 10,9 para cada mil nascidos vivos, e a da Grande São Paulo, que é de 11,3.
 
MÉDIA
A Fundação Seade também apontou a média da taxa de mortalidade entre 2012 e 2016. Neste período, os maiores números são de Salesópolis com uma taxa de 16,8 para cada mil nascidos vivos, seguida de Ferraz de Vasconcelos, com 14,6. Os menores índices são de Guararema, com 9,4 para cada mil nascidos vivos e Santa Isabel, com índice de 11.
 
SUZANO
A cidade suzanense tinha um bom cenário nos últimos anos. Depois de em 2008 apresentar uma taxa de 17,63, o município vinha apresentado queda nos números e taxas mais baixas. Nos últimos cinco anos, o índice mais alto - com exceção de 2016 - havia sido em 2014, quando registrou taxa de 12,4 para cada mil nascidos vivos. Em 2012 e 2015, o índice era de 10,5; e, em 2013, de 11,2.
 
NASCIMENTOS E MORTES
O levantamento também aponta a quantidade de nascimentos e mortes computadas. No ano passado, foram 24.246 nascimentos e 323 óbitos infantis.
 
A cidade que registrou o maior número de bebês nascidos vivos foi Mogi das Cruzes, com 6.521; seguida de Itaquá, com 6.035 e Suzano, com 4.057. Com relação aos óbitos, o maior número foi em Itaquaquecetuba, com 84; seguida de Mogi das Cruzes, com 75; e Suzano, com 70.
 
ESTUDO
De acordo com o estudo, no Estado. duas em cada três mortes infantis ocorreram no período neonatal (até 28 dias de vida), proporção que se mantém praticamente inalterada nos últimos anos. Entre 2010 e 2016, a redução da mortalidade pós-neonatal (mais de 29 dias até um ano de idade) foi ligeiramente mais acentuada (9,2%) do que a neonatal (6,8%), mas praticamente dois terços da queda da mortalidade infantil deveram-se à redução do risco neonatal.
 
A taxa de mortalidade infantil, que relaciona as mortes ocorridas entre crianças menores de um ano com o número de nascidos vivos em determinado momento do tempo, é um dos indicadores mais utilizados para aferir as condições de vida da população, em especial aquelas relacionadas à saúde.

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