segunda 27 de maio de 2024Logo Rede DS Comunicação

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 34,90 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 26/05/2024
Envie seu vídeo(11) 4745-6900
Cidades

Vigilância Sanitária vistoria casa de repouso no Boa Vista

Objetivo da ação é fornecer dados ao órgão sobre como estão sendo tratados os internados do local

03 dezembro 2022 - 14h00Por Da Reportagem Local
A Vigilância Sanitária de Suzano realizou na manhã desta sexta-feira (02/12) vistoria em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI), no bairro Cidade Boa Vista, para realizar um relatório a pedido do Ministério Público (MP). O objetivo da ação é fornecer dados ao órgão sobre como estão sendo tratados os internados do local.
 
A situação dessa casa de repouso está irregular em relação à documentação e passa por um processo de fechamento na Justiça, em razão disso houve o pedido desse documento para a Vigilância Sanitária de Suzano. “Fomos até lá para verificar como as pessoas estão sendo cuidadas. Neste caso não houve qualquer problema de maus-tratos ou condições inadequadas contra os idosos. O problema mesmo é a documentação”, destacou o diretor da Vigilância Sanitária, Mauro Vaz.
 
Ele ainda destacou que o órgão municipal promove fiscalização em toda a cidade em instituições dessa natureza para se certificar da documentação e da situação do público atendido. “Nós sempre fazemos vistorias para saber como estão as entidades e os hóspedes, principalmente em relação aos serviços prestados e a documentação para o funcionamento”.
 
Para evitar que locais irregulares possam funcionar, o diretor da Vigilância Sanitária e o secretário municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, Geraldo Garippo, se reuniram na última terça-feira (29/11) com representantes de imobiliárias vinculadas à Associação dos Corretores de Imóveis de Suzano (Acoris), a fim de buscar meios de combater a instalação de ILPIs e de demais estabelecimentos terapêuticos irregulares em imóveis alugados.
 
Por vezes, a imobiliária não tem conhecimento do uso do imóvel e acaba fazendo a locação para uma clínica clandestina. Assim, criar um meio de fechar negócio somente com entidades regulares evitaria problemas futuros.
 
“Estamos executando esse projeto para não trabalhar somente com a denúncia, mas atingir o começo da situação, que é a instalação da clínica. Essa reunião foi o primeiro passo para colocar isso em prática e orientar os proprietários de imobiliárias sobre o fato de que alguns imóveis estão sendo alugados para essa finalidade”, apontou Mauro Vaz na ocasião.