domingo 21 de abril de 2024Logo Rede DS Comunicação

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 34,90 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 21/04/2024
Envie seu vídeo(11) 4745-6900
Lance Livre

Lance Livre 11/06/2017

11 junho 2017 - 08h00

Carros oficiais O uso de carros oficiais sempre é motivo de alguma polêmica em administrações públicas. Muito por conta de denúncias de supostos abusos na utilização dos veículos. Uso de placas Em São Paulo, na gestão do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), um decreto proibiu o uso de placas oficiais, identificadas com nomes de órgãos públicos, em automóveis da Prefeitura. 150 placas Hoje, na Capital, há aproximadamente 150 placas chamadas de "autolacradas", de cor preta. Porém, elas foram abolidas para evitar o envolvimento dos carros com infrações de trânsito. Carro particular Quando se usa o carro particular, os prefeitos, como qualquer outro motorista, cidadão comum, correm o risco de levar multas. Carteira nacional Só para se ter uma ideia, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), teve sua carteira nacional de habilitação suspensa por ter acumulado mais de 20 pontos após uma série de infrações, a maioria delas por excesso de velocidade, inclusive nas marginais. Suspensão A suspensão do direito de dirigir vigorou entre 13 de janeiro e 12 de março, mas o tucano ainda não pode voltar a dirigir: já que ainda não participou do curso de reciclagem (de 30 horas) obrigatório para recuperar a sua habilitação. Não costumava dirigir Por meio de sua assessoria de imprensa, o tucano afirma que não "costumava" dirigir seus veículos à época das infrações e que perdeu o prazo para indicar os condutores. Sem CNH O prefeito está sem carteira porque foi multado cinco vezes entre novembro de 2014 e junho de 2015, sendo três por transitar com velocidade acima da permitida (até 20%), uma por manobra irregular e a outra, a mais grave delas, por avançar o sinal vermelho. Campanha Durante a campanha eleitoral, no ano passado, Doria fez duras críticas ao que considerava uma indústria de multas de trânsito na gestão de Fernando Haddad (PT).