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Jornal Diário de Suzano - 25/02/2024
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Lance Livre

Lance Livre 30-12-2022

30 dezembro 2022 - 05h00Por Edgar Leite

Indústria crescerá em 2023
A indústria continuará como um dos motores de desenvolvimento econômico em 2023. É o que indica os dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 1,6% ao longo dos próximos 12 meses. As informações são da assessoria de imprensa do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) no Alto Tietê.
 
Previsão
A previsão é que no período as riquezas produzidas pela indústria avancem 0,8%, puxadas pelo PIB da indústria da construção que deve ter uma alta de 2%. A expectativa é que os bons resultados sejam compartilhados pela indústria do Alto Tietê, que registrou neste ano números positivos no índice de empregos e da balança comercial.
 
37%
O volume de exportação da região avançou 37% ao longo dos nove primeiros meses de 2022. Ao todo, os oito municípios que formam a diretoria do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) Alto Tietê comercializaram US$ 783 milhões em produtos no período, enquanto em 2021, o volume ficou em US$ 571. 
 
Importação
O índice de importação também apresentou alta de 12% saindo de US$ 1,1 bilhão para US$ 1,2 bilhão. Para o diretor regional do Ciesp Alto Tietê, José Francisco Caseiro, apesar das dificuldades enfrentadas, os resultados refletem a recuperação da indústria. “Esperamos que para 2023 esse processo, mesmo que gradativo, seja contínuo. A indústria da construção foi uma das que apresentou o melhor desempenho e a expectativa é que encerre 2022 com um crescimento de 7%. Nossa região tem acompanhado de perto esse avanço já que registra um desenvolvimento imobiliário tanto residencial quanto comercial significativo”, analisou.
 
Economia  brasileira
Segundo o documento Economia Brasileira 2022-2023 da CNI, em 2023, a indústria da transformação crescerá 0,3%. “Assim como nos anos anteriores, alguns segmentos deverão ter desempenho melhor que outros, especialmente aqueles que são mais sensíveis à renda, agora os bens duráveis, que têm maior valor agregado, devem ter mais dificuldades em função dos juros elevados”, pontuou Caseiro.