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Jornal Diário de Suzano - 22/10/2017
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Compra de terreno

Polícia prende suspeitos de envolvimento no assassinato de vigilante em Itaquá

Morte violenta ocorreu no dia 27 de março deste ano. Pistoleiro responsável pelo homicídio continua foragido

Por Marcus Pontes - de Itaquá14 SET 2017 - 15h02
Vigilante foi assassinado depois de denunciar golpistas por venda de terrenoFoto: Marcus Pontes/Divulgação

Duas pessoas foram presas nessa quinta-feira (14) pela suspeita de comandar a morte do vigilante Manoel Messias Carvalho da Silva, de 46 anos, e a tentativa de homicídio do filho dele, em março deste ano, no município de Itaquaquecetuba. Um terceiro suspeito do crime continua foragido. Segundo o delegado do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), Rubens Ângelo, o foragido é o responsável pelos disparos. A Justiça decretou a prisão temporária (30 dias) dos três envolvidos no crime.

Agentes do SHPP realizaram as prisões durante a manhã desta quinta. Primeiro, os investigadores detiveram um homem, de 37 anos, no Jardim Coqueiro, em Itaquá. Na sequência, o suspeito levou a polícia até o local onde o comparsa estava morando. O segundo bairro não foi divulgado. O terceiro suspeito da morte violenta ainda é procurado. “Ele não está ficando nem dez dias em um endereço. Sabemos que ele pode estar em Guarulhos. Continuaremos em busca desse, que é o mais violento da quadrilha”, disse Ângelo.

O delegado também explicou que a morte teria sido motivada por uma denúncia feita pela vítima. Isto porque os suspeitos detidos venderam o mesmo terreno ao vigilante e a outra pessoa, na Rua Pedrinhas, no bairro Maria Rosa, em Itaquá “A PM chegaria minutos depois do homicídio. O foragido, que era comandado pelos detidos, executou Manoel e atirou no filho dele. A vítima era uma pessoa trabalhadora. Acabou indo atrás do sonho da casa própria e foi morto deste modo violento”.

Ângelo também contou que os suspeitos agiam aplicando o mesmo golpe na região. A polícia acredita que dez vítimas teriam sido enganadas. O delegado destacou que a ação criminosa possa ter relação ao crime organizado. “Eles moravam próximo ao terreno invadido que estavam vendendo. Era uma espécie de grileiros. Agora, apuramos se eles realmente têm envolvido com uma facção criminosa que age dentro e fora de presídios do Estado de São Paulo e do País”, frisou.

A Polícia pede que informações sobre o paradeiro do terceiro criminoso possam ser repassadas por meio do Disque-Denúncia (181) ou o telefone do SHPP de Mogi: 4721-1221 

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