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Jornal Diário de Suzano - 18/05/2019
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Massacre no Raul Brasil

Quarto suspeito de envolvimento na venda ou negociação de armas é preso

Ação foi realizada na tarde desta quinta-feira, 2, por investigadores do distrito central da cidade

Por Marcus Pontes - de Suzano02 MAI 2019 - 15h33
Quarto envolvido na venda e/ou negociação de armas e munições é presoFoto: Sabrina Silva/DS

A Polícia Civil de Suzano prendeu nesta quinta-feira, 2, o quarto indivíduo suspeito de envolvimento na venda e/ou negociação de armas e munições aos atiradores do massacre na E.E Prof° Raul Brasil, no dia 13 de março, que resultou no assassinato de oito pessoas. A prisão é em caráter temporário. O suspeito está prestando depoimento neste momento. 

Segundo a investigação, o suspeito foi preso em casa, no Jardim Casa Branca. Ele não resistiu à prisão. Buscas foram realizadas, mas nenhum item foi apreendido. A polícia teria o identificado em negociações de munições.

Em abril, três pessoas foram presas por envolvimento na venda e/ou negociação de armas e munições aos atiradores. Destes, dois seriam os responsáveis por vender a arma e as munições e o terceiro por estar negociando outro armamento. Na época, a polícia também disse que dois desses suspeitos responderiam em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma e munições e receptação. 
 
A tragédia na Raul Brasil completou dois meses. De lá para cá, a polícia prendeu os envolvidos pela venda e/ou negociação da arma e munições, além de apreender um adolescente, de 17 anos, por suspeita de ser um dos mentores intelectuais do massacre.
 
Quarto adolescente
 
No dia 11 de abril, a Polícia Civil e o Ministério Público confirmaram que um quarto adolescente estava sendo investigado por suspeita de incentivar um dos mentores intelectuais a praticar o massacre. À época, os órgãos também revelaram que internautas que exaltaram o crime, bem como elogiaram a atrocidade, iriam ser penalizados conforme a lei. 

"Todos serão responsabilizados direta ou indiretamente neste bárbaro crime. Quero deixar um recado de que àqueles que pensam que, por de atrás de um computador, estão livres, não será assim.Não há como se ocultar em redes sociais, porque não vai adiantar", enfatizou à época, o delegado Seccional Jair Barbosa Ortiz, quando se referiu ao monitoramento de redes sociais e a internet. 

O promotor Rafael do Val complementou dizendo: "Estamos esgotando todos os meios para encontrar todos os envolvidos neste crime", finalizou. Perguntado sobre possíveis novos desdobramentos a partir dessa investigação na internet, o delegado do distrito central de Suzano deixou em aberto e afirmou que a Polícia Civil e o MP continuarão analisando as redes sociais. 

 

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