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Entrevista

Mogi terá 10 mil novas inclusões no sistema de saúde neste ano

Cusatis frisa ainda que isso é um desafio, uma vez que neste momento, de crise financeira, o setor público não tem previsão de ampliação dos serviços

07 julho 2017 - 17h28Por Pâmela Queiróz - De Mogi
Mogi das Cruzes poderá registrar, neste ano, pelo menos 10 mil novas inclusões de munícipes no sistema público de saúde. A especulação foi apontada nesta sexta-feira (7) pelo secretário de Saúde mogiano, Marcello Cusatis, em entrevista ao jornalista Ayl Marques, da Rádio SP/Rio 101.5 FM, da Rede DS de Comunicação
 
Segundo ele, o apontamento é previsto a partir de uma estimativa feita pela Saúde, onde se revelou que 10 mil mogianos deixaram os planos de saúde particulares em 2016. Cusatis frisa ainda que isso é um desafio, uma vez que neste momento, de crise financeira, o setor público não tem previsão de ampliação dos serviços. "A população pode esperar da Prefeitura de Mogi muito trabalho, que nada pare de funcionar e que tudo continue a funcionar bem. Acreditamos que os desafios serão superados, mas estimamos que 10 mil pessoas tenham perdido os planos de saúde do ano passado para este e essa demanda deve migrar para o Poder Público que não pode ser ampliado no momento", detalha.
 
Outro foco da pasta é expandir a Maternidade, da Santa Casa de Misericórdia, setor visto pela Saúde como a principal demanda. Recentemente, a unidade precisou suspender o atendimento em decorrência de superlotação. Cusatis também disse na entrevista, que hoje, a realidade financeira é outra, diferente do vivido por ele durante o governo do ex-prefeito Marco Bertaiolli (PSD). "Começamos este ano com força para que nenhum serviço tenha interrupção, o prefeito Marcos Mello (PSDB) tem cumprido a palavra e prioriza a saúde", completa.
 
Entre os desafios da pasta está, por exemplo, o custeio de serviços como a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), porte II, no Oropó. A unidade realiza sete mil consultas por mês, sendo um programa do governo federal, deveria receber pelo menos R$ 350 mil mensais da União. O setor custa à administração mais de R$ 1 milhão por mês, no entanto, nenhum repasse é feito pelo governo Michel Temer (PMDB).
 
Por outro lado, um exemplo de equipamento que tem os repasses em dia, é o Hospital Municipal de Bras Cubas. O custeio é feito com 50% de recursos do governo federal, 25% do governo estadual e 25% municipal. Já as dificuldades no setor de hemodiálise mogiano são o mesmo que na cidade vizinha Suzano.
 

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