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Jornal Diário de Suzano - 15/03/2026
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Região

Taxa de mortalidade infantil cai em metade das cidades; 5 têm aumento

Segundo a Fundação Seade, a taxa em 2023 foi de 10,41 e aumentou para 12,22 em 2024

15 março 2026 - 10h06Por Laura Barcelos - da Reportagem Local

A taxa de mortalidade infantil no Alto Tietê aumentou 17,42% entre 2023 e 2024, na média geral das dez cidades (o índice subiu em 5 e caiu em outras 5). Segundo dados da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), a taxa passou de 10,41 por mil nascidos vivos em 2023 para 12,22/1.000 em 2024.

As cidades de Suzano, Poá, Santa Isabel, Guararema e Biritiba Mirim apresentaram elevação nas taxas, enquanto Mogi, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Arujá e Salesópolis diminuíram. A taxa de mortalidade é calculada a partir do número de óbitos infantis a cada mil nascimentos.

Em Suzano, as mortes passaram de 10,69 em 2023 para 12,84 em 2024, alta de 20,11%. Santa Isabel teve o maior aumento da região, a cidade saltou de 1,71 mortes para 12,22, elevação de 614,61%; em seguida está Poá, que subiu de 11,98 para 19,50 mortes, salto de 62,77%. Biritiba Mirim passou de 8,8 mortes em 2023 para 12,5 em 2024, aumento de 42,04%; Guararema subiu 38,73%, passando de 5,99 mortes para 8,31. Por sua vez, Arujá teve a maior queda do Alto Tietê, de 24,66%, diminuindo de 15,04 em 2023 para 11,33 em 2024. Mogi caiu de 14,40 para 12,41, redução de 13,81%; Itaquá teve queda de 12,60%, passando de 16,50 para 14,42 mortes; Ferraz diminuiu de 13,74 óbitos para 13,50, queda de 1,74%; por fim, Salesópolis reduziu 0,56%, caindo de 5,29 para 5,26 mortes.

A taxa de mortalidade infantil é um indicador social representado pelo número de crianças que morreram antes de completar um ano de vida a cada mil crianças nascidas vivas no período de um ano. O número é um indicador importante da qualidade da saúde pública e monitoramento de políticas públicas. Os dados de 2025 serão atualizados pelo Seade no segundo semestre deste ano.

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