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Cidades

Colégios particulares adotam medidas próprias de segurança

Tentativa de assalto em colégio particular, em maio, abriu questões para falta de segurança pública na cidade

12 novembro 2018 - 23h54Por Aline Moreira - de Suzano
A tentativa de assalto em frente a uma escola particular em maio deste ano, em que uma mãe PM à paisana atirou contra um bandido, ainda gera inúmeras preocupações a respeito da segurança pública na cidade seis meses depois do episódio. A falta de rondas escolares foi um dos pontos levantados pelos pais dos alunos da escola particular na época. Com a falta de policiamento em diversas áreas escolares da cidade, fica a critério das instituições adotarem medidas de segurança para protegerem seus alunos. 
 
Diferentemente das escolas públicas as particulares podem, por questões financeiras, usufruir de medidas protetoras para seus alunos.
 
O proprietário da Unisuz, Nazih Franciss, conta que a instituição dispõe de diversos equipamentos para resguardar os alunos. "A escola se preocupa muito com a segurança dos alunos, é uma das nossas prioridades, assim como a educação. A cidade, assim como o País, carece de segurança pública. Se isso não for resolvido, a criminalidade só vai aumentar e mais em mais pessoas inocentes poderão ficar na zona de perigo", lamenta. 
 
A escola dispõe de portaria, seguranças, catraca, crachá para identificação (alunos e funcionários) e uniforme. "Além disso, possuímos câmeras de monitoramento e jamais deixamos os alunos saírem sozinhos sem os pais. Fazemos todos esses procedimentos porque o aluno é o item mais precioso da nossa instituição, temos que fazer de tudo para protegê-los", garante. 
 
Já o Colégio Lumbini oferece, além das medidas de segurança como guardas na portaria, câmeras de monitoramento, seguranças particulares e rondas diárias, palestras sobre segurança para os seus alunos. "De modo geral, a violência está em todo lugar, todos estamos vulneráveis. Adotamos também como medida segurança, alertar os alunos sobre os riscos de assaltos e orientá-los caso aconteça algo. Eles sabem que se forem assaltados, não devem reagir, devem retornar a escola para que possamos oferecer a assistência necessária até os pais chegarem", explica a diretora do colégio, Célia Ashiuchi. 
 
O colégio conta com diversas câmeras de monitoramento ao redor da escola e rondas particulares. "Qualquer movimento estranho fora da escola é observado. Estamos sempre alerta para que nada aconteça dentro e nas proximidades do colégio", conta. 

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