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Jornal Diário de Suzano - 22/06/2019
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Após o massacre

Mãe de vítima do massacre de Realengo se reúne com alunos na Raul Brasil

Adriana Silveira participou de um café da manhã, nesta terça-feira (21), em uma ONG no Miguel Badra e, em seguida, foi para a escola de Suzano

Por Daniel Marques - de Suzano21 MAI 2019 - 14h52
Mãe de vítima do massacre de Realengo se reúne com alunos na Raul BrasilFoto: Sabrina Silva/DS
A presidente da associação “Os Anjos de Realengo”, Adriana Silveira, junto com a ex-deputada Keiko Ota e a professora da escola Raul Brasil, Jussara Melo, participaram de um café, na manhã desta terça-feira (21), na ONG Sciences, localizada no Miguel Badra, em Suzano. Na oportunidade, também esteve presente o presidente da ONG, Emerson Alexandre do Prado.
 
Depois do café da manhã, Adriana foi até a Raul Brasil, onde ministrou uma palestra aos alunos. O trabalho é realizado pela associação "Os Anjos de Realengo" no Rio de Janeiro.
 
Além disso, a ex-deputada Keiko Ota aproveitou o encontro para dizer que protocolará um pedido de familiares das vítimas do massacre do Realengo e do massacre do Raul Brasil.  Eles buscam uma audiência pública com o ministro da educação, Abraham Weintraub, e também com o ministro da justiça, Sérgio Moro, com o objetivo de fazer pedidos em favor da segurança nas escolas. “Estamos marcando encontro com o Sérgio Moro e levaremos o problema para que ele nos ajude nesse movimento”, disse a ex-deputada.
 
Adriana Silveira, que perdeu a filha Luiza no massacre de Realengo, disse que está pensando em ideias, com o intuito de fazer com que as crianças olhem as pessoas com “mais carinho”. Um dos projetos é de levar os jovens aos asilos e orfanatos. 
 
Segundo ela, essa ação está sendo pensada junto com a professora Jussara Melo, que estava na Raul Brasil no momento do massacre. Elas manteram contato pela internet durante dois meses e se conheceram pessoalmente durante o café desta terça-feira.
 
“As crianças precisam ver o próximo com outro olhar, para que entendam como será o amanhã. Estamos querendo uma lei para que as escolas possam ter uma ação assim, e que aconteça, pelo menos, uma vez por ano”, disse Adriana.

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