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Reisinger Ferreira

Sindicato cancela greve na CPTM após proposta de aumento salarial em 10,4%

24 MAI 2016 - 08h00

O Sindicato Central do Brasil, responsável pelas linhas de trem que cortam a região, cancelaram a greve na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) prevista para começar hoje. Em estado de greve, a decisão por uma possível paralisação já havia sido adiada duas vezes e poderia prejudicar cerca de 900 mil passageiros das linhas 11-Coral e 12-Safira.

Apesar de a companhia ter apresentado, na semana passada, uma proposta de reajuste salarial em 10,44%, ontem a empresa voltou atrás e anunciou um reajuste de 7%, o que aumentou a expectativa de greve. Porém, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) exigiu que um novo reajuste fosse apresentado ontem, até às 15 horas. Por conta disso, o diretor-presidente da CPTM, Paulo Magalhães Bento Gonçalves, se reuniu com os quatro sindicatos da categoria e garantiu que o reajuste seria de 10,44%.

"A gente aceitou a proposta porque depois de muita discussão a CPTM vai reajustar o salário em 10,44% em duas parcelas. A primeira é retroativa e a segunda, a partir de setembro. Mas vamos ter um ganho em benefícios no vale-alimentação e no vale-refeição", explicou a diretora do Sindicato Central do Brasil, Sonia Marques da Silva.

A proposta feita foi de divisão do reajuste em duas partes. Metade dele será pago a partir do próximo pagamento, com retroativo a março deste ano; e a outra metade será válida a partir de setembro. O vale-refeição será de R$ 728,90, com um reajuste de 0,97% e o vale-alimentação teve um aumento de 4,96%, chegando a R$ 319. "Não que a gente não tenha prejuízo porque se for analisar o fato de ser parcelado traz prejuízos, mas tendo em vista a situação e o público que a gente atende, em respeito à população, a gente resolveu aceitar", disse Sonia.

Nos últimos anos, o sindicato decretou greve em 2011, 2012 e 2013. No ano de 2014 não houve paralisação. Em 2015, a greve foi decretada, mas durou somente até o meio-dia. Os trens voltaram a circular às 15 horas. "Uma greve atrapalha a vida de todo mundo e o trabalhador não está conseguindo grandes reajustes. Então não dá para pensar só na gente".

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