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Jornal Diário de Suzano - 23/11/2017
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Combate à corrupção

19 MAR 2015 - 08h00

As vozes das ruas pedindo o fim da corrupção começam a ter efeitos positivos. Ontem, a presidente Dilma Rousseff (PT) apresentou pacote anticorrupção e enviou ao Congresso Nacional. Entre outras coisas, permitirá ao Estado ampliar sua capacidade de prevenir e coibir a corrupção, principalmente no que se refere ao combate à impunidade.

A medida é importante porque chega em um momento em que a sociedade passou a desacreditar na classe política. Esta, por sua vez, vive crise de credibilidade.

O Brasil precisa afastar o estigma de que o brasileiro quer levar vantagem em tudo.

Esperam-se que as medidas sejam “concretas”, mas não encerram o debate acerca das ações para acabar com a corrupção no País.

Não se pode esgotar o assunto, mas evidenciar que o País está no caminho correto. O próprio governo diz que é preciso ter clareza que, além desse conjunto de novas leis para tentar resolver o problema da corrupção. Mais: é preciso uma nova consciência, uma cultura fundamentada em valores éticos profundos e moralidade republicana que deve nascer dentro de cada lar, escola e de cada cidadão.

O governo federal acredita que o conjunto de medidas que serão submetidas à apreciação do Congresso se junta a várias leis e medidas que o País tem adotado ao longo dos anos, que poderão contribuir para o fortalecimento dessa questão no Brasil.

A corrupção no Brasil afeta diretamente o bem-estar dos cidadãos brasileiros quando diminui os investimentos públicos na saúde, na educação, em infraestrutura, segurança, habitação, entre outros direitos essenciais à vida, e fere criminalmente a Constituição quando amplia a exclusão social e a desigualdade econômica.

Na prática a corrupção ocorre por meio de desvio de recursos dos orçamentos públicos da União, dos Estados e dos Municípios destinados à aplicação na saúde, na educação, na Previdência e em programas sociais e de infraestrutura que, entretanto, são desviados para financiar campanhas eleitorais, corromper funcionários públicos, ou mesmo para contas bancárias pessoais no exterior.

Agora é torcer para que as medidas tenham como contribuir para que a corrupção seja “extirpada” do meio político.

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