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Jornal Diário de Suzano - 03/01/2026
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Editorial

Regionalização da saúde

03 janeiro 2026 - 05h00Por editoracao

A regionalização da saúde tem sido um dos pedidos do Alto Tietê para este ano de 2026. O governo estadual afirma que avança nesse sentido.
Nesta sexta-feira (2), informação estadual mostrou que a prioridade de regionalização do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) paulista está viabilizando investimentos de R$ 2,1 bilhões em 27 novos serviços de saúde. Em 3 anos, a atual gestão já entregou 10 equipamentos, entre eles 5 hospitais, 2 AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) e 3 centros de reabilitação da Rede Lucy Montoro. Mais 9 hospitais têm previsão de conclusão em 2026.
O problema dos locais de atendimentos, de pacientes da região, que têm de se deslocar para São Paulo ainda existe.
O Consórcio de Desenvolvimento de Municípios do Alto Tietê (Condemat) fez reivindicações ao Estado na tentativa de manter o atendimento de pacientes em especialidades nas cidades de origem. 
O Estado afirma que está de acordo. A regionalização do SUS é um pilar essencial da nossa gestão, assim como o fortalecimento de 800 Santas Casas e instituições conveniadas pela Tabela SUS Paulista, que já investiu R$ 8 bilhões e paga até cinco vezes mais que a tabela federal.
A expansão da rede hospitalar e de grandes serviços de saúde especializados, por exemplo, está sendo conduzida pela Secretaria de Estado da Saúde, que é comandada pelo médico Eleuses Paiva. 
O Estado garante que está reorganizando a rede pública de saúde a partir das necessidades reais de cada região. 
Esses investimentos ampliam a capacidade assistencial, reduzem deslocamentos desnecessários e garantem que o cidadão seja atendido com qualidade mais perto de casa. É uma política estruturante, que combina expansão física da rede, financiamento adequado e fortalecimento dos serviços já existentes. 
De 2023 até aqui, o Governo de SP entregou os hospitais regionais de Bebedouro, Suzano, Barueri e Mirassol, a Maternidade de Franco da Rocha, os AMEs Mulher (capital) e de Ribeirão Preto e os centros Lucy Montoro de Taubaté, Presidente Prudente e São José do Rio Preto. 
Ao longo do próximo ano, a previsão do Governo de São Paulo é entregar 9 hospitais que estão em fase adiantada de construção e somam investimentos de R$ 1,1 bilhão. São eles os hospitais municipais de Peruíbe e Bertioga, a Maternidade de São Vicente, o Hospital da Mulher de Mogi das Cruzes, os Hospitais Regionais de Cruzeiro e Pariquera-Açu, o Hospital Estadual de Franca, o Hospital Maternidade de Várzea Paulista e a unidade de emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.