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Brasileiro condenado por tráfico em 2005 é executado na Indonésia

29 ABR 2015 - 08h00

O Ministério das Relações Exteriores confirmou na tarde de ontem que o brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte, de 42 anos, foi executado na Indonésia. Paranaense, Gularte foi condenado à morte por tráfico de drogas em 2005. Em 2004, ele foi preso no aeroporto de Jacarta com 6 quilos de cocaína escondidos em pranchas de surfe.

No último sábado, o governo da Indonésia notificou a embaixada do Brasil em Jacarta, juntamente com os diplomatas de todos os países que têm cidadãos no corredor da morte, para comparecerem a uma reunião na prisão de Nusakambangan, em Cilacap. Em mais uma tentativa de evitar a morte do brasileiro, representante da Indonésia no Brasil foi chamado ao Itamaraty, no final da tarde da última sexta-feira, para ouvir um novo pedido de clemência.

As relações entre Brasil e Indonésia estão estremecidas desde a execução do brasileiro Marco Archer Moreira, fuzilado em 18 de janeiro, condenado por tentar entrar na Indonésia com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta, em 2004. Em represália à morte de Archer, a presidente Dilma se recusou a receber as credenciais do novo embaixador indonésio no Brasil, Toto Riyanto, em 20 de fevereiro, e ele precisou retornar à Jacarta. Por isso, atualmente o principal representante indonésio no Brasil é um ministro-conselheiro e não o embaixador.

Planalto

O governo brasileiro afirma ter recebido com "profunda consternação" a notícia da execução de Gularte. De acordo com a Presidência, o episódio "fortalece a disposição brasileira de levar adiante, nos organismos internacionais de direitos humanos, os esforços pela abolição da pena capital".

"Em carta enviada ao seu homólogo indonésio, a presidente Dilma Rousseff havia reiterado seu apelo para que a pena capital fosse comutada, tendo em vista o quadro psiquiátrico do brasileiro, agravado pelo sofrimento que sua situação lhe provocava nos últimos anos. Lamentavelmente, as autoridades indonésias não foram sensíveis a esse apelo de caráter essencialmente humanitário", ressaltou a Presidência da República.

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