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A Igreja se uniu às Prefeituras no “Junho Verde”

09 JUL 2020 - 23h59
Todas as prefeituras do Brasil, dedicaram o mês de junho à conscientização da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais.
A Diocese de Mogi das Cruzes participa todos os anos do “Junho Verde” em prol da natureza e do meio ambiente. No dia 27 de junho, um grupo selecionado da Pastoral da Ecologia da Diocese, do Divino Verde e da Secretaria do Meio Ambiente de Mogi das Cruzes, concluiu o mês do “Junho Verde” com uma celebração de Ação de Graças, presidida pelo Bispo Diocesano Dom Pedro Luiz Stringhini.
É importante somar as forças da sociedade, das Administrações e das Igrejas, em promover ações que visem salvaguardar a vida da natureza e do Meio Ambiente.
Não são os invernos e as tempestades que destroem a natureza ou contaminam o Meio Ambiente, mas sim, os seres humanos.
Urgente é o grito para melhorar a qualidade do ar, salvar a vida das plantas, das águas, dos rios, das serras e das matas. Há quem se una na luta e no sonho para salvar o Meio Ambiente. Ninguém deve fugir a esta causa, andando por aí e fingindo não ouvir o clamor da mãe terra.
A criação perdeu o seu encanto original, porque o homem se afastou de Deus e não cuida da obra divina. Ela não é resultado de um esforço científico. É obra de Deus e dom gratuito do Alto. O homem tem a possibilidade de agir sobre a natureza tanto quanto for necessário para o seu sustento. Cabe ao homem e ao poder público, levar adiante projetos de aperfeiçoamento e de humanização continuada, para que o ambiente se torne cada vez mais habitável e acolhedor para todos os seres humanos.
A Região do Alto Tietê e sobretudo Mogi das Cruzes, Guararema, Salesópolis, Biritiba Mirim, Santa Isabel, e Arujá, guardam uma grande porção da Mata Atlântica e passam a ter uma responsabilidade maior com o Meio Ambiente.
No entanto, todos os municípios não podem deixar que a consciência ecológica fique tão anestesiada a ponto de não perceber mais os danos e a imoralidade dos atos contra a natureza. O homem inescrupuloso, passou a ter um domínio férreo e cruel sobre a natureza, movido pela escalada da exploração do solo, pelo consumismo e pelas leis de mercado. Porém, sabemos que produzir e consumir de forma extravagante, constitui um retrocesso no horizonte ético.
Tal conduta satisfaz o ser humano, apenas por um certo período de tempo, com graves consequências no cenário social, por deixar alguns na abundância e outros na pobreza. 
O caminho para vivenciar uma espiritualidade ecológica passa pelo cuidado com os rios, com as nascentes, com a coleta seletiva, com a preservação da mata amazônica e da mata atlântica, estando em sintonia, ao mesmo tempo, com a respiração da natureza e da mãe terra.
Bem mais incisiva é a fala de Dom Pedro Luiz, bispo diocesano, ao escrever um artigo sobre o “Junho Verde”: “Que a razão vença a cegueira! Que a conscientização e a educação ambiental ajudem os cidadãos a não se calarem diante de descalabros. Que da mística brote a celebração da vida! Que do coração humano transborde sensibilidade, poesia e contemplação da “beleza que é verdadeira e da verdade que é bela” (Papa Bento XVI). E que a sociedade se uma e abra os olhos para combater o bom combate (cf.2Tm 4,7) em defesa das vidas, das florestas, da biodiversidade e da nossa Casa Comum.
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