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Jornal Diário de Suzano - 18/05/2019
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Projeto 'Palco é Nosso' apresenta nesta terça-feira 'O Bagulho é Louco' no Teatro Armando de Ré

Peça nasceu como letra de música homônima do autor maranhense Zé de Riba, em seu disco Reprocesso

Por de Suzano22 ABR 2019 - 23h00
Drico Oliveira é um dos atores da peçaFoto: Divulgação
O projeto ‘Palco é Nosso’, da Secretaria de Cultura de Suzano, inicia hoje a programação de atividades da semana. A abertura do evento ficará a cargo da Cia suzanense Atores InSanos, com a peça ‘O Bagulho é Louco’, às 20 horas, no Teatro Armando de Ré (rua General Francisco Glicério, 1.203 - Centro) com entrada gratuita. Ao dos próximos dias, a cidade deve receber apresentações de grupos teatrais e de dança, inclusive da região.
 
Bagulho é Louco
 
Essa montagem do grupo nasceu como letra de música homônima do autor maranhense Zé de Riba, em seu disco Reprocesso. E conta com a direção de Walmir Pinto, tendo no elenco os atores: Carla Shinabe, Drico Oliveira e Kayc Rabelo. A peça tem duração de 60 minutos.
 
Trata-se de uma poesia urbana, provocativa e enérgica, que retrata de maneira contundente e divertida o cotidiano do homem moderno. 
 
A partir dela, Zé de Riba apresenta uma fotografia deste século, fazendo uma reflexão sobre as fortes mudanças pelas quais o mundo passa. Estas, por sua vez, ameaçam o homem gerando intolerância, medo, terror e fragilidade nos laços humanos. Tudo isso faz com que se crie uma necessidade de achar novos meios de interação entre o homem e o meio em que vive.
 
Após a apresentação haverá um breve bate-papo entre atores e público sobre a montagem e processo de criação. Em seguida, um profissional da psicologia irá debater o tema da peça.
 
Para a Cia, o isolamento das pessoas nos grandes centros urbanos, o papel da tecnologia e mídias nesse processo e o reflexo disso nos dias atuais, tende alcançar um olhar mais técnico e profundo sobre as personagens e a história narrada.
 
A Cia entende ainda que este movimento é importante não só para os espectadores, que se mantém a par dos seus contemporâneos, mas para o grupo que, por meio deste diálogo com o outro, manterá o espetáculo vivo e renovado a cada nova apresentação.

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