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Jornal Diário de Suzano - 09/01/2026
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Região

Vacina contra o vírus sincicial respiratório salva vidas e reduz complicações para gestantes e bebês

A partir do acompanhamento das gestantes, Hapvida incentiva a imunização contra o VSR, que está disponível no sistema público a partir da 28ª semana de gestação

08 janeiro 2026 - 12h25Por Da região

O vírus sincicial respiratório (VSR) é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos, segundo dados do Ministério da Saúde. A melhor forma de prevenção é a vacinação de gestantes a partir da 28ª semana. A vacina para já está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e promove a proteção do recém-nascido. 

Para apoiar o Programa Nacional de Imunização e ampliar a cobertura vacinal no país, a Hapvida, maior empresa de saúde da América Latina, tem feito campanhas e contato direto com os clientes para demonstrar a importância de todos estarem com a caderneta de vacinação em dia. 

“A vacina é um cuidado necessário para a saúde individual e para a coletividade. É o método mais eficaz de proteção da comunidade. Por isso, todos devem fazer a sua parte. No caso do VSR, a imunização salva vidas, reduz hospitalizações e evita complicações graves para os bebês”, afirma o diretor médico de Programas Especiais da Hapvida, André Luiz Fioravante. 

Até novembro, o Ministério da Saúde registrou mais de 43 mil casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por VSR no país. O maior número de hospitalizações ocorreu entre menores de dois anos, com 35,5 mil registros, o que representa 82,5% do total. 

O médico explica que a maioria dos casos é decorrente de uma infecção viral. O tratamento para a bronquiolite foca em diminuir os sintomas. “Em alguns casos, é necessária a terapia de suporte, com suplementação de oxigênio, além de hidratação e uso de broncodilatadores, que são substâncias que dilatam as pequenas vias aéreas nos pulmões, especialmente quando há chiados evidentes”, diz. 

Vacinação 

Ainda no pré-natal, as gestantes da rede são orientadas a atualizar o cartão de vacinação e procurar a unidade de saúde mais próxima. As equipes da Hapvida também fazem lembretes por meio de mensagens no WhatsApp das beneficiárias.  

No caso do VSR, não há restrição de idade para vacinação da mãe. A recomendação é tomar a dose única a cada nova gestação, a partir da 28ª semana. “A gestante que for a um posto público de saúde poderá receber a vacina contra o VSR de forma gratuita e ainda se proteger contra a covid-19 e o vírus Influenza. As doses podem ser administradas simultaneamente, sem riscos”, lembra Fioravante. 

Estudos clínicos comprovaram que a vacinação materna tem eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves causadas pelo VSR em bebês durante os primeiros três meses de vida. 

Influenza e covid-19 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta à América Latina para ampliar a vacinação após o aumento de casos de influenza A (H3N2) na Europa, Américas e Leste Asiático. Gestantes, crianças menores de cinco anos e pessoas idosas e com comorbidades ou imunodeprimidas fazem parte do grupo de risco. Nestes casos, a doença pode evoluir rapidamente e levar à internação ou até mesmo a óbito. A mesma recomendação vale para a covid-19. 

A vacinação contra influenza reduz de 70% a 75% o risco de internações em crianças e até 40% em adultos. É importante que familiares e cuidadores também estejam imunizados para proteger as pessoas do grupo de maior vulnerabilidade. 

“Em caso de infecção, a gestante pode ter complicações como parto prematuro ou aborto. Os profissionais de saúde também precisam estar vacinados como proteção à própria saúde e para evitar a disseminação do vírus aos pacientes. Além da vacinação, é importante lembrar de higienizar sempre as mãos, usar máscara e evitar contato próximo quando apresentar algum sintoma”, ressalta o diretor médico. 

Monitoramento 

Na Hapvida, pacientes com  comorbidades são monitorados pelas equipes dos Programas Especiais. São realizadas ligações telefônicas para saber se eles estão seguindo o tratamento, mas também para perguntar sobre vacinação. Falta de tempo e desconhecimento da importância da vacina estão entre as razões apontadas pelos beneficiários para o atraso na imunização.  

O contato inicial com o paciente fez com que 74% das pessoas procurassem um posto de saúde para tomar ao menos uma dose da vacina. “A proximidade entre corpo clínico e pacientes foi essencial na redução de internações. A estratégia demonstra que o cuidado integral traz resultados na qualidade de vida dos beneficiários, mas também na melhora dos indicadores operacionais”, finaliza Fioravante.  
 
Sobre a Hapvida  

Com 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 73 mil colaboradores, atende 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.  

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 86 hospitais, 78 prontos atendimentos, 363 clínicas médicas e 305 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.

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