O Alto Tietê possui 204 áreas contaminadas monitoradas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Destas, 120 são de postos de combustível automotivo.
Segundo a Cetebs, as áreas contaminadas são divididas em seis categorias: Área Contaminada com Risco Confirmado (ACRi) (22); Área Contaminada em Processo de Remediação (ACRe) (35); Área Contaminada em Processo de Reutilização (ACRu) (8); Área Contaminada sob Investigação (ACI) (51); Área em Processo de Monitoramento para Encerramento (AME) (36); e Área Reabilitada para o Uso Declarado (AR) (52).
Com 85 áreas contaminadas, Mogi das Cruzes lidera entre as cidades da região. Em seguida está Suzano (40), Itaquaquecetuba (34), Arujá (19), Poá (9), Ferraz de Vasconcelos (7), Santa Isabel (4), Guararema (2), Biritiba Mirim (2) e Salesópolis (2).
As áreas contaminadas são de indústrias, comércios, posto de combustível, resíduo, acidentes e setor de agricultura. Segundo a Lei nº 12.300, de 16 março de 2006, que institui a Política Estadual de Resíduos Sólidos e define princípios e diretrizes, área contaminada é uma área, terreno, local, instalação, edificação ou benfeitoria que contém quantidades ou concentrações de matéria em condições que causem ou possam causar danos à saúde humana, ao meio ambiente e a outro bem a proteger.
Como medidas de intervenção adotadas pela Companhia, estão a restrição ao uso da água subterrânea, extração multifásica, recuperação de fase livre, remoção de solo ou resíduo, interdição ou isolamento da área, monitoramento ambiental e do índice de explosividade, e ventilação/exaustão de espaços confinados.



Cetesb apontou o número de áreas contaminadas - (Foto: Divulgação)




