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Jornal Diário de Suzano - 23/11/2017
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Fiscalização impede ocupação em 50 lotes no Jardim Suzanópolis

07 JUL 2015 - 08h01

Os departamentos de Fiscalização e Habitação da Prefeitura retiraram mais de 50 demarcações de lotes de uma área de preservação permanente (APP), localizada na Rua Leonor Edméia de Castro, no Jardim Suzanópolis. A ação contou com o apoio da Polícia Militar (PM) e também da Guarda Civil Municipal (GCM). As operações para coibir ocupações irregulares na cidade foram intensificadas no último domingo.

A secretária de Assuntos Urbanos, Carmen Lúcia Lorente, a Carminha explicou que os invasores desmataram parte da área pública. E apesar de todo o trabalho realizado, houve nova tentativa de demarcação de lotes ontem. As equipes tentaram retirar os piquetes (armações utilizadas na divisão do terreno), mas não conseguiram avançar sem a assistência da PM e da GCM.

"Os funcionários sofreram diversas ameaças e só pudemos recolher os piquetes depois da chegada da polícia e da guarda. Boa parte da vegetação foi derrubada, mas não houve flagrante". Vale destacar que desmatamento é crime ambiental passível de punição por multa e detenção.

Depois de acabar com as demarcações, a secretaria deu início ao trabalho de limpeza da calçada. "Estamos limpando e em seguida vamos colocar bica corrida no passeio público". Paralelamente, a equipe técnica vai desenvolver um projeto para transformar esse espaço em um parque linear, com atividades permitidas para áreas de proteção (hortas comunitárias, mesinhas e bancos, por exemplo).

Além disso, durante a operação, a Prefeitura realizou a selagem de cinco construções antigas da mesma rua. Esse procedimento consiste no levantamento e cadastro de toda a estrutura física já existente, para evitar que as casas, feitas de madeira, sejam ampliadas. Também foi feito o cadastro social dessas famílias.

O prefeito Paulo Tokuzumi (PSDB), que determinou a intensificação das ações e do monitoramento desde o início do governo, reafirma que a fiscalização na área da habitação é feita constantemente, com ou sem denúncias, impedindo a ocupação irregular de áreas que não podem receber moradias. "Fizemos um levantamento no início da gestão e vamos tomar todas as medidas possíveis, dentro da legalidade, para que o município consiga subsídios para a construção de o máximo de casas, com o intuito de oferecer segurança as famílias que realmente necessitam de moradia. Mas não iremos concordar com essas invasões, pois sabemos que muitas pessoas que querem um novo lote de terra, já têm casa. Ou seja, fazem disso um meio de vida".

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