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Jornal Diário de Suzano - 17/06/2019
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Suami Paula de Azevedo

É escritor, responsável pela Mirambava Editora, palestrante e professor universitário. E-mail: suamiazevedo@uol.com.br

Comportamento

25 JAN 2019 - 22h59
Antigamente, quando a gente falava em “comportamento”, referia-se a maneira como as crianças “se comportavam” na escola. Hoje isso tem mais a ver com a falta de boa conduta de adultos.
No Verão é bom quando arrumarmos uns dias para passar na praia. É bom repousar depois de um ano de trabalho. E também para os aposentados é um bom tempo para se curtir uma saída da rotina. Mesmo com esta mostra de calor tórrido que estamos enfrentando neste ano de 2019.
Pois é, mas tem gente que prefere sair para voltar cansado, estressado. Sabemos também que tem coisas que não se deve fazer. Lembro há uns quinze anos que o pessoal do Interior de São Paulo vinha para o Litoral, e, especialmente à noite, liberavam os poderosos equipamentos de som dos carros que abriam o berreiro. Era impossível ficar por perto. E eram muitos, as musicas “sertanejas” se chocavam umas com as outras. Durante o dia, na praia mesmo, na hora do banho de sol, eles não apresentavam poderosas caixas de som como existem hoje. Acho que nem havia. Hoje, durante o dia, a coisa fica por vezes bem complicada. As caixas de som são dominantes, com todo tipo de música, as pessoas então berram para serem ouvidas, o ambiente se torna mais difícil. Agora, as proibições clássicas voltam a se exibirem em cartazes por algumas praias, como as do Guarujá. 
É proibido levar animais, especialmente cães à praia. Mas ainda se vê muitos. E sabemos dos tantos males que eles podem passar às pessoas. Mas os donos parecem ignorar. É proibido jogar bola, futebol, mesmo frescobol, existe horário e local para isso. As pessoas podem ser atingidas. Já presenciei coisas complicadas. 
O fato é que a fiscalização oficial pode se dirigir às pessoas e avisar, ou lembrar, da proibição. Se não aceitarem, serão multados. 
O que nós, cidadãos comuns, usuários das praias, “não podemos” é tentar explicar aos “sem comportamento” sobre as suas falhas. Já presenciei iniciativas desse gênero e vi reações, até, muito agressivas. Tipo entendimento que “praia não tem dono, portanto posso tudo”.
Enfim, está se iniciando um processo de educação comportamental. Mas é bem o início, por ora. Podemos aprender. Mas educação leva tempo, não é mesmo?
Por outro lado, como ocorre em todas as cidades, e podemos bem generalizar, grande parte da população não tem muito respeito pela questão dos decibéis. Fora da praia, sejam donos das casas ou apartamentos, ou apenas locatários, as pessoas estão usando suas caixas de som ao extremo e suas falas são também estrondosas, sem limite mesmo de horário. Alguns acatam as disposições dos condomínios. Mas nem todos. Pode se imaginar a contribuição alcoólica nisso tudo. 
E, novamente, a nossa educação se exibe fragilizada.
Isso ocorre na praia, isso ocorre na casa, isso ocorre no trânsito, isso ocorre na administração pública, isso ocorre na saúde, isso ocorre na escola, isso ocorre na rua, ocorre onde estivermos. Isso ocorre dentro de nós. Temos muito a aprender, a nos alterarmos. 
Porém, sem educação, como fazer? Como adquirir comportamento adequado? 
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