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COLUNA

Suami Paula de Azevedo

É escritor, responsável pela Mirambava Editora, palestrante e professor universitário. E-mail: suamiazevedo@uol.com.br

Primavera do Brasil

20 SET 2019 - 21h56
Já me chamaram umas tantas vezes de sonhador. Nem me importei. Tenho os meus sonhos, mesmo. Um deles é o de ver a Primavera raiar em meu Brasil sobre toda a nação, toda a nossa sociedade. E vermos todos o florescer colorido e alegre nos corações das pessoas. Raiando sobre a nossa povo que, de fato, entenderia o que estivesse ocorrendo. Que saberia como se ocupar de suas tarefas, responsavelmente, que teria a ver com o nosso lugar e a nossa gente. 
Sei o quanto de Educação, de qualidade imprescindível, seria preciso oferecer a tanta gente. Sei o quanto de Cultura, do passado, do presente e em busca de um futuro melhor, seria necessário. Desde o conhecimento generalizado de nossa formação, o que levaria ao domínio sensível de nossa autoestima, de todo o orgulho de nossas origens, da consciência do que estamos vivendo e o quanto podemos intervir, bem como o tanto que desejamos transformar a nossa Terra para vivermos com satisfação ainda maior e melhor a nossa existência.
Cada um sabe de si, cada um deve saber do quanto contribuiu para a realização desses sonhos, dos seus sonhos. Até para que não sejam apenas quimeras, coisas irrealizáveis. 
Podemos nos enganar em nossas escolhas? Sem dúvida alguma. É claro que podemos tropeçar em projeções estratégicas erradas, em táticas equivocadas. Mas quem deixa de sonhar, não vive bem. E quem deixa de lutar, concretamente, por seus sonhos, vive pior ainda. Quem assim se situa não transforma, nem a si, nem ninguém, nem nada. 
Não acredito muito em quem não se bate por um mundo melhor. Desejar uma vida melhor para as pessoas só passa a ser mera fantasia, quando se mostra um absurdo real, quando não é parte de uma luta de vontade de realização. 
Não acredito em sonhos sem busca de resultados, isso é apenas fantasia. Ou se trata apenas de uma busca de satisfação individual, pessoal. Sem qualquer visão, sem qualquer anseio para o alargamento da abrangência coletiva. Isso é como almejar ser uma pessoa rica, com muito dinheiro, muitas posses. Quando esquecemos dos demais deixamos de sonhar, o que temos é apenas ambição.
Dentro de uns poucos anos chagaremos a completar dois séculos de independência política. Não há que se falar de independência econômica nos tempos de hoje. Mas há que se buscar autonomia político-econômica, sim. Talvez não estejamos tratando bem disso tudo. Precisamos repensar o que queremos e o que sonhamos e o tanto que lutamos por nossos sonhos. E os nossos representantes políticos devem saber do que desejamos.
Queremos paz, sim! Mas sem parar nosso percurso. Os sonhos sempre nos serão visíveis. Talvez por isso, lembrei de um poema do meu livro "Aprendiz de Encantamento". Vejamos o que dizem os versos deste breve poema que se chama, "Sonho":
"habito o sonho/ é onde deixo construir-se a paixão/ pétala a pétala/ exposta no papel/ ou na mente disposta/ lavro alamedas de versos/ junto todas as mãos"
Mantenhamos o sorriso do nosso olhar. "O caminho se faz ao caminhar".
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