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Jornal Diário de Suzano - 16/09/2019
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COLUNA

Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

Resista ao "deserto"

30 JUL 2017 - 06h00
Deus sempre cuidou de seu povo, durante a peregrinação pelo deserto. Certamente, não era uma situação ideal para se viver; contudo, tinham os recursos necessários para chegarem sãos e salvos à Terra Prometida, Canaã. Mesmo assim, não paravam de reclamar, chegando até a blasfemar contra Deus, que os livrara da escravidão no Egito. As reclamações começaram logo que saíram do Egito e tiveram que enfrentar o Mar Vermelho - um obstáculo, aparentemente, insuperável diante das possibilidades humanas. Estavam no deserto… Adiante o mar… Atrás deles o exército de Faraó… E, o que o povo fez? Aquilo que a maioria das pessoas faz diante dos obstáculos e das dificuldades - murmura! (Êxodo 14:10-16) "Quando Faraó se aproximava, os filhos de Israel levantaram os olhos, e eis que os egípcios marchavam atrás deles; pelo que tiveram muito medo os filhos de Israel e clamaram ao Senhor e disseram a Moisés: Foi por não haver sepulcros no Egito que de lá nos tiraste para morrermos neste deserto? Por que nos fizeste isto, tirando-nos do Egito? Não é isto o que te dissemos no Egito: deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? Pois melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto. Moisés, porém, disse ao povo: Não temais; estai quietos, e vede o livramento do Senhor, que Ele hoje vos fará; porque aos egípcios que hoje vistes, nunca mais tornareis a ver; o Senhor pelejará por vós; e vós vos calareis". Sabemos pelos registros bíblicos que o povo de Israel caminhou a pé enxuto pelo meio do mar. Mas o povo não deixou de murmurar.
A jornada do povo de Israel, do Egito a Canaã, foi marcada pela murmuração, prova de rebeldia e incredulidade do povo contra a provisão e os planos de Deus. Por mais que Deus fizesse, mostrando a Sua fidelidade, nunca estavam satisfeitos. Sabem por quê? Porque a perspectiva de liberdade era demais para eles; por isso, não conseguiam suportar o deserto. Acostumados à escravidão não ousaram pagar o preço da liberdade e da conquista. Eram imediatistas - não conseguiam abrir mão de seus desejos momentâneos por algo muito maior. Por isso, morreram ali mesmo no deserto. Em Números 14:16-30, Deus diz a Moisés e a Arão: "Até quando sofrerei esta má congregação, que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel, que eles fazem contra mim. Dize-lhes: Pela minha vida, diz o Senhor, certamente conforme o que vos ouvi falar, assim vos hei de fazer: neste deserto cairão os vossos cadáveres; nenhum de todos vós que fostes contados, segundo toda a vossa conta, de vinte anos para cima, que contra mim murmurastes, certamente, nenhum de vós entrará na terra a respeito da qual jurei que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num". 
Quem passa pelo "deserto" sabe que depois do cansaço, da escassez, da peregrinação árdua, da sequidão, do calor do dia e do frio da noite, vai encontrar um oásis. É só esperar com paciência e confiança no Senhor. Deus é fiel e tem sempre um escape para seus filhos, pois não permitirá que sejam provados além de suas forças. Na vida passamos por muitos "desertos". Mas todo deserto tem um fim. Que o nosso fim seja vitorioso como o de Josué e Calebe, que foram diferentes e não se deixaram contaminar pelas murmurações! 
PMMC CIAS
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