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COLUNA

Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

Um coração perdoador

14 DEZ 2019 - 23h59
Até que ponto temos um coração perdoador? A maioria das pessoas, em uma ou outra ocasião, foi maltratada por alguém. Quando isso acontece, ficamos tristes e decepcionados, lembrando da manipulação, do tratamento injusto, da traição, da rejeição. É terrível sentir-se, de alguma forma, rejeitado. Quem já passou por isso pode-se lembrar do sentimento de abandono, gerado pela rejeição. É mais triste ainda, quando somos vítimas do mal deliberado - alguém nos magoou intencionalmente. Isso aconteceu com José do Egito. Rejeitado, vendido como escravo pelos irmãos, José, muitos anos depois, encontra-se numa situação privilegiada. Poderia vingar-se, mas decide perdoar àqueles que lhe causaram tanto sofrimento: - "Vocês, na verdade, intentaram o mal contra mim; porém, Deus o tornou em bem, para fazer aquilo que vocês estão vendo agora - conservar a vida de muita gente, inclusive a de vocês". (Gênesis 50:18-20) A motivação dos irmãos de José foi mesquinha - e ele deixou isso claro; todavia, pôde reconhecer a ação de Deus naquilo que padeceu. Tudo acabou concorrendo para o bem deles, cumprindo a um propósito divino. "Vamos falar sobre essas coisas", foi a fala de José. Se tivéssemos passado pelo que ele passou, teríamos essa fala?!
A grandeza é revelada em nossas atitudes. A grandeza surge nas atitudes de humildade e perdão em relação aos nossos semelhantes. José dá o exemplo. Ele soube perdoar e foi misericordioso. Existem muitas possibilidades de nosso coração ficar "endurecido" e fechado para perdoar. O nosso coração pode não querer perdoar a pessoa com a qual convivemos, ou a um filho que nos decepcionou, ou ao pai que nos abandonou, negligenciando os cuidados que merecíamos; enfim, há muitos acontecimentos nesse mundo, que nos podem levar à revolta, tornando-nos insensíveis e vingativos, se olharmos os fatos simplesmente pela perspectiva humana. É preciso Deus para " amolecer" e endireitar o coração. O padrão do cristão é diferente. O mundo diz - "bateu, levou". Mas Jesus nos ensinou a "andar a segunda milha", a orar pelos inimigos, a perdoar assim como Deus nos perdoa todos os dias. Quando nos dispomos a obedecer à Palavra de Deus, tomamos a decisão de perdoar. Perdoar é tirar um peso das costas e do coração. Tomando a atitude certa, olhamos a vida sob a perspectiva divina. Só Deus é o juiz perfeito que retribui perfeitamente a cada um. Essa é a verdadeira beleza da vida de José. Ele era grande, principalmente, pelas suas atitudes. E o que dizer de Jesus? Com Jesus aprendemos a essência do perdão. No Calvário, sofrendo as terríveis dores da crucificação, orou a Deus assim: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem". Não foram palavras de ódio ou rancor para os seus algozes, mas de amor. Perdoe para ser perdoado! "Porque, se perdoarem aos homens as suas ofensas, também o Pai Celeste perdoará vocês; se, porém, não perdoarem aos homens as suas ofensas, tampouco o Pai perdoará as ofensas de vocês". (Mateus 6:14-15) Os mestres da lei e fariseus queriam que a mulher apanhada em adultério fosse apedrejada, conforme a lei mosaica. Assim é a justiça humana! E provocaram Jesus: "O que é que o Senhor nos diz sobre isso?" "Quem de vocês estiver sem pecado, que seja o primeiro a atirar uma pedra nesta mulher". Ouvindo isso foram se retirando um a um. (João 8:1-11) Que tenhamos um coração perdoador!
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