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Suami Paula de Azevedo

É escritor, responsável pela Mirambava Editora, palestrante e professor universitário. E-mail: suamiazevedo@uol.com.br

Um Tanto de Jazz, por que não?

29 NOV 2019 - 23h59
Esta semana um jovem amigo, músico, estava me falando de uma descoberta. Conheceu um CD do Bill Evans. E ficou apaixonado. Trocamos ideias. O Evans é um pianista fantástico que adoro ouvir. Por vezes no computador, enquanto escrevo. Ou no carro, enquanto dirigindo. É dos maiores, ao meu gosto, claro.
E era nessa direção que estava pensando em escrever minha crônica, quando um amigo que não via fazia tempos, esbarrou comigo, e numa dessas passagens, lembrou que eu não falava de música já há algum tempo. Então vou juntar isso.
Justamente ontem, um professor, que sei trabalha bastante com música em suas classes, e muito sucesso, me perguntou sobre alguns livros de Jazz e de Bossa Nova. Separei uns tantos e lhe mostrei. Logo ele percebeu que precisaria levar um tanto de tempo para ler aquilo tudo.
Sugeri, claro, começar por uns resumos, por umas sínteses. Lembrei do livrinho “O que é Jazz”, de Roberto Muggiati, da Coleção Primeiros Passos. Procurei o meu exemplar e não achei. Livrinho, coisa antiga, mas muito objetiva. Imagino que talvez seja meio difícil de achar em livraria, talvez num sebo. E seria coisa bem baratinha. Mas desse mesmo autor tem mais coisas, indico: “New Jazz – De Volta para o Futuro”, com uma visão atual e daqui adiante, e ainda o “Improvisando Soluções”. E nesse, ele vai tratando muitos astros, um por um. Muito interessante. Dá para ter uma fantástica ideia dessa música, material para se alargar na sua paixão.
Mas, com certeza, começa ouvido, vai assistindo uns vídeos. No You Tube tem de montão. Aí sim, entra nos estudos mais complexos. Pensei em dois: “No Mundo do Jazz” – Das Origens a Década de 50”, de François Billard, aqui você terá uma visão mais completa, sim. E veja também o muito especial “História Social do Jazz”, do Eric J. Hobsbawn, que aprofunda as bases históricas.
Se você já está em outro nível, um pouco acima, ou quer informações mais concretas, materializáveis, dá uma lida no “Guia de Jazz em CD”, de Luiz Orlando Carneiro e José Domingos Raffaelli. Aí você acha o que existe de gravação dessa gente toda. 
Se você gosta mais de ouvir instrumentos vai fazer grandes descobertas. Mas se adora ouvir cantar, a sensibilidade será muito provocada. Desde gente antiga, lá dos anos de 1930 e 1940, até gente bem jovem, de agora, inventando bastante.
E vai descobrir que a nossa Bossa Nova está vinculada ao Jazz. Seus criadores o amavam, mas também conheciam muito a música clássica. Bossa Nova nunca foi coisa pequena. E você vai descobrir gente importante cantando em português, de Ella Fitzgerald a Jane Monheit. Foi a maior época de sucesso do Brasil, lá fora. Aliás, estávamos merecendo um retorno desses. Ver e ouvir o Zimbo Trio.
Se você é mais calminho, gosta de música mais suave, tenta ouvir os chamados “Standards”, de Frank Sinatra a Rod Stewart. Sem querer modelar ninguém. Faço aqui duas sugestões. Procurem ouvir, e ver cantar e tocar Billie Holliday e Sarah Vaughan e Diana Krall.
Vão devagar. Sei que vão amar. É demorado isso de aprender. Mas aí se ama!
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