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Jornal Diário de Suzano - 21/11/2017
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Delegacia do Meio Ambiente apura suposto crime ambiental em Itaquá

31 JUL 2015 - 08h01
A Delegacia de Meio Ambiente do Alto Tietê instaurou inquérito para apurar um suposto crime ambiental na Estrada do Corredor, em Itaquaquecetuba. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente do município, a empresa Contern, que presta serviços na obras do Trecho Leste do Rodoanel Mário Covas (SP-21) estaria despejando resíduos de origem desconhecida que exalam forte odor e têm aparência de lodo. A concessionária SPMar, responsável pelas obras do Rodoanel, garante que a acusação não tem fundamento e que as ações na área referem-se a um trabalho de desassoreamento de um córrego.

De acordo com o delegado de Meio Ambiente, Plínio Tadeu de Andrade Jubram, a ocorrência foi registrada e, para uma melhor averiguação do caso, foi solicitada a realização de perícias no local. Uma delas deverá ser feita pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb). Depois do laudo concluído e analisado, a delegacia tomará as providências necessárias.

"Estamos acompanhando o caso e, se for constatado o despejo de produto químico no local, tomaremos as providências necessárias. Porém, não acredito que esse seja o caso, já que as obras do Rodoanel não utilizam substâncias tóxicas. Mas não podemos afirmar nada sem uma avaliação técnica", disse Jubram.

O local foi embargado pela Fiscalização Municipal de Posturas e atualmente, os trabalhos encontram-se parados.

A SPMar garante que nenhum material está sendo despejado no local. Afirmam ainda que a obra de desassoreamento foi solicitada pela Cetesb e tem autorização dos órgão estaduais responsáveis. Segundo a concessionária, a desobstrução do córrego se limita a retirada de terra, entulho e pedras, que foram parar no local em decorrência da realização das obras do Rodoanel. "É uma ação de reparação ao município pelos danos decorrentes da construção do Trecho Leste do Rodoanel, desenvolvida como parte do licenciamento das obras", relatou a concessionária, por meio de assessoria.

O CASO

A Secretaria de Meio Ambiente de Itaquá relata que recebeu uma denúncia de que vários caminhões estariam entrando na área e despejando resíduos de origem desconhecida, forte odor e aparência de lodo. Equipes do Meio Ambiente, da Fiscalização de Posturas e da Guarda Civil Municipal (GCM), além da Polícia Civil Ambiental foram até o local, e constataram a existência de três buracos que foram cavados para o despejo. Além de dois lagos que estavam sendo preenchidos, irregularmente, com o lodo. Relatam ainda que encontraram várias espécies de peixes mortos nos lagos e animais silvestres presos em uma gaiola.

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