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Jornal Diário de Suzano - 24/11/2017
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Mortes por arma de fogo

17 MAI 2015 - 08h00

Na semana passada, o DS trouxe reportagem mostrando o número de mortes por armas de fogo. Só para se ter uma ideia, em nível nacional, das cinco regiões do País, apenas o Sudeste registrou queda no número de vítimas de armas de fogo no período entre 2002 e 2012. De acordo com o Mapa da Violência 2015, divulgado em Brasília, enquanto as regiões Norte (135,7%), Nordeste (89,1%), Centro-Oeste (44,9%) e Sul (34,6%) tiveram altas no número de mortes, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo reduziram esse tipo de mortalidade em quase 40% no período.

Em âmbito regional, ao todo 164 mortes por arma de fogo foram registradas nas cidades do Alto Tietê.

Em dois anos, o número de homicídios por arma de fogo aumentou 18,84%, já que em 2010 foram feitos 127 registros. Praticamente todas as cidades do Alto Tietê tiveram crescimento na quantidade de homicídios violentos. Suzano é a exceção, com uma queda de 7,69% nos casos. A cidade registrou 26 mortes, em 2010, e 24, em 2012. Salesópolis e Santa Isabel permaneceram zeradas nos dois anos.

Elaborado pela Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (Unesco), o Mapa da Violência 2015 – Mortes Matadas por Armas de Fogo mostra que entre 2002 e 2012 houve crescimento global de 11,7% das mortes por arma de fogo no Brasil.

A violência é, sem dúvida, um problema que atormenta todos os dias a vida do brasileiro, e até mesmo de outros países que investem no Brasil. Há um crescimento vertiginoso. O estado de insegurança que os brasileiros vivem é alarmante.

Aquela imagem de País animado, calor humano, festa, alegria e, na verdade, está sendo alterada por criminalidade, assalto, jovens violentos, drogas, estupros, entre outros problemas sérios que destoam da história cultural e social do Brasil.

Todos os anos, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulga o “Anuário Brasileiro de Segurança Pública” com dados alarmantes e, comparada a outros países, a situação é trágica.

Não se pode negar que houve avanços no combate à criminalidade, mas é preciso fazer mais. Garantir e dar sensação de segurança a todos os moradores das mais diferentes regiões do País.

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