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Jornal Diário de Suzano - 19/11/2017
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400 professores estaduais em greve vão às ruas protestar

26 MAR 2015 - 08h01

Cerca de 400 professores do Estado em greve foram às ruas, na tarde de ontem, para pedir melhorias na rede de ensino. Após a manifestação, os manifestantes, em decisão unânime, decidiram continuar a grave até uma próxima assembleia.

Eles saíram da Praça dos Expedicionários, desceram a Rua General Francisco Glicério, seguiram sentido Rua Monsenhor Nuno, subiram a Rua Benjamin Constant até a Avenida Mogi das Cruzes na altura da Diretoria de Ensino.

A diretora da subsede do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Ana Lúcia Ferreira, disse que, o momento serve para validar a luta dos professores e que as exigências da categoria vão além do reajuste salarial. “Estamos falando de reduzir o número de alunos nas salas de aula. Além disso, queremos lutar pela contratação de professores de certas categorias que sofrem com o descaso do governo”.

Além dos professores haviam alunos e filhos de grevistas no local. “Essa luta não é pelo professor, mas pela educação. Por isso temos que sair todos da sala e irmos para as ruas”, disse o professor de cursinho popular, Fábio Torres.

A professora Simone Rego estava com os filhos na manifestação. Além disso, carregava uma panela. “Serve para ironizar esses movimentos que agem como se o Estado não tivesse culpa de nada. A má educação é causada por um Estado que fecha os olhos para os problemas que enfrentamos”.

O vereador Vanderli Ferreira Dourado (PT), o Derli do PT, esteve representando os legisladores que apoiam a grave. “O partido de Suzano está ao lado da causa dos professores. Por 20 anos estamos nas mãos de um governo omisso na educação, que chama a luta do professor de piada”.

Segundo o sindicato da categoria ao todo, 600 professores aderiram à greve na cidade.

A professora de história, Elizabeth Gonzaga destacou que este é o caminho para mostrar a população o que há de errado na sociedade. “Cansa fazer greve, mas como vão alertar o povo sem isso? Ir às ruas e reivindicar por menos alunos nas salas, por mais professores, é uma obrigação nossa”.

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