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Jornal Diário de Suzano - 13/12/2017
mrv

80 professores do Estado aderem à greve, mas aulas não são afetadas

18 MAR 2015 - 08h00
Em Suzano, 80 professores da rede estadual de ensino aderiram à greve da categoria. Atualmente, o município possui aproximadamente 3,5 mil docentes, de acordo com a Diretoria de Ensino (DE). Segundo a subsede do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), até o momento, nenhuma escola paralisou as aulas. Hoje, às 18 horas, a classe participará da sessão ordinária da Câmara Municipal para solicitar apoio dos legisladores à causa.

De acordo com a coordenadora da subsede e diretora estadual da Apeoesp, Ana Lúcia Ferreira, o setor reivindica aumento salarial em relação as demais profissões que possuem trabalhadores graduados (termo existente em lei), aplicação da jornada de trabalho, fim dos cortes de verbas para as escolas, nova forma de contrato para os professores da Categoria O, menos alunos nas salas de aula, entre outras garantias.

Ana conta que ontem diversos professores se reuniram, durante o dia todo, para discutir a possibilidade de realizar hoje uma greve geral.

Amanhã, a classe se reunirá na sede da Apeoesp, às 15 horas para realizar uma plenária.

GREVE

Ontem, o DS percorreu quatro escolas da rede estadual. Segundo funcionários, em todas elas, as aulas seguiam dentro da normalidade. Na Professor Geraldo Justiniano de Rezende Silva, na Professora Luiza Hidaka, no Batista Renzi e no Doutor Morato de Oliveira, as aulas não foram interrompidas. De acordo com um funcionário do Batista Renzi, nenhum professor se posicionou pela paralisação.

Ainda segundo ele, quando os professores aderem à greve um aviso é feito com antecedência, mas até o momento nenhum docente se pronunciou.

ESTADO

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo afirma que na segunda-feira, o número de faltas, em geral, dos professores da rede, chegou a 2,6%. O número corresponde à média diária de não comparecimento as aulas, o que demonstra que a greve não afetou as unidades de ensino. Ainda segundo a pasta, os pais devem encaminhar os filhos às escolas, pois as aulas não estão suspensas e seguem normalmente. O Estado frisa também que mantém o diálogo aberto com a categoria

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